Num fim de semana em que está prevista chuva, a Pirelli levou para o Mónaco as borrachas mais macias, como é habitual. Foram escolhidos os compostos C3 (P Zero duro), C4 (P Zero médio) e C5 (P Zero macio).
No entanto, poderão ser os novos pneus de chuva (sem necessidade de mantas de aquecimento) a estar em destaque, com a previsão metrológica a apontar para chuva no sábado e no domingo, o que pode complicar ainda mais a vida dos pilotos. Em caso de pista seca, haverá pouquíssima aderência e um desgaste limitado. Os compostos mais macios escolhidos pela Pirelli oferecem um bom nível de aderência em termos de tração, mas a aderência mecânica é limitada. Isso não impedirá algumas derrapagens: fator determinante para eventos de granulação.
A extensão total deste histórico circuito é de apenas 3.337 quilómetros. O Mónaco já recebeu 68 corridas e o piloto mais vitorioso é Ayrton Senna. O lendário brasileiro foi o primeiro a ultrapassar a bandeira quadriculada em quase todas as corridas realizadas entre 1987 e 1993. A única exceção foi em 1988, quando seguia na liderança e abandonou na volta 66. O Mónaco tem a menor velocidade média de todo o campeonato: cerca de 150 km/h. No ano passado, foram utilizados todos os compostos, incluindo os pneus intermédio e para chuva. Em condições de seco, os pilotos deverão realizar apenas uma paragem. Os novos pneus de chuva Cinturato, que não precisam de cobertores, poderão fazer a sua estreia.











