O dia de sexta no Rali de Portugal foi duro e muitos pagaram o preço da exigência dos troços do centro de Portugal (Lousã, Arganil, Góis e Mortágua). A Pirelli justificou as dificuldades encontradas e admitiu que o primeiro dia foi duro para as borrachas, mas que os dias seguintes decorreram sem problemas.
Segundo Terenzio Testoni, responsável pelas atividades de rali da Pirelli, como esperado, sexta-feira foi um dia difícil para todos, principalmente nas duas primeiras etapas da tarde. O mesmo aconteceu no ano passado, mas com uma diferença: na edição de 2022 foram os sulcos profundos do terreno que causaram problemas, enquanto este ano foi o grande número de pedras que causaram danos nos pneus e nas jantes. Passadas estas duas etapas, podemos dizer que a prova decorreu sem grandes sobressaltos, pelo menos para nós, registando-se apenas alguns furos, situação completamente normal neste tipo de condições. Em trinta anos, ainda não vi um rali sem furos, para ser honesto. No final, a nossa decisão pelo macio como escolha principal provou ser adequada, algo que as próprias equipas comprovaram”.
Recordamos que no ano passado Testoni também usou uma expressão semelhante para justificar os furos que aconteceram na prova:












