É extensa a lista de concorrentes da Baja TT Dehesa Extremadura, mas como se pode calcular é da classe T1 que com grande dose de certeza de probabilidade deve sair o vencedor da primeira prova do Europeu de Bajas de 2023.
E há um dado curioso, já que entre os diversos favoritos, há portugueses e estrangeiros, sendo que os portugueses têm pela frente a segunda prova do campeonato português, o CPTT no sábado, e a prova do Europeu termina no domingo.
Qual vai ser a tática? Vão olhar para o campeonato português no sábado, ‘marcarem-se’ uns aos outros e depois logo se vê, preocuparem-se única exclusivamente com o CPTT e depois veem o que podem fazer no segundo dia de prova, ou atacam do princípio ao fim, sem qualquer gestão que não seja olhar para a geral?
Nesse contexto estão algumas das 30 equipas inscritas nos T1, 16 das quais representam Portugal. No total, há 8 carros na categoria mais ‘alta’, T1+, e 22 carros no grupo T1.
Entre os portugueses favoritos estão João Ramos, Tiago Reis e Lourenço Rosa (todos em Toyota Hilux T1+).
Há outros concorrentes portugueses muito fortes, por exemplo Alejandro Martins/José Marques (Mini JCW Rallye), acima de todos, Lino Carapeta/Rui António (Ford Ranger), Miguel Casaca/João Luz (Volkswagen Amarok), Nuno Madeira/José Janela (Ford Ranger) e Luís Santos que finalmente estreia o (Mini JCW Plus T1+), tendo que se esperar para ver como vai andar, não sendo muito provável que o faça já a um nível em que acompanhe, especialmente Tiago Reis e João Ramos.
Já os estrangeiros não têm esta condicionante, e por isso a dupla lituano-estoniana de Benediktas Vanagas e Kuldar Sikk (Toyota Hilux T1+) está entre a lista dos favoritos, naquela que é a sua primeira participação após o acidente no Rally Dakar de 2023. Os polacos Krzysztof Hołowczyc (BMW X3 CC) e Michał Małuszyński (Mini JCW Rally) são utros nomes a ter em conta, há mais nomes interessantes a destacar, tais como a húngara Lőrinc Mészáros (novo protótipo Ford F150 evo T1+) e Kornél “Csucsu” Lukács (Toyota Hilux T1), Urvo Männama estoniano (Toyota Hilux T1+), Petr Hozák checo (Mini Paceman Cattiva) e polaco Włodzimierz Grajek (Toyota Hilux T1+).
E aqui convém destacar o percurso, que pode ser propício para que os T3 se envolvam nas lutas. No TT, não se conhecendo os percursos, só a organização o pode conhecer, não se sabe se é mais adaptado aos T1 (muitas zonas rápidas em que a diferença de velocidade de ponta faz a diferença como no Dakar) ou percursos mais encadeados, lentos, em que a ‘leveza’ dos T3 pode fazer com que levem a melhor. quanto a isso tem que se esperar por amanhã.











