A Ferrari parece ter dado um passo atrás em termos de competitividade, sendo a diferença para a Red Bull maior agora do que foi em 2022. A situação interna, a acreditar no que escreve a imprensa italiana, não é a melhor e enquanto Frédéric Vasseur diz que nem tudo está a correr mal, Carlos Sainz mantém a confiança na equipa.
O piloto espanhol explicou que em Jidá não foram nem o arrasto nem a potência os problemas para a Ferrari, mas sim o desgaste dos pneus e o ritmo em corrida. Dois fatores que estiveram também em evidência no Bahrein, se bem que a pista de Sakhir é muito mais abrasiva para o composto da Pirelli do que o palco saudita e antes deste último Grande Prémio, os responsáveis da Scuderia acreditavam poder estar mais próximo da Red Bull…o que não aconteceu. Tendo em conta os problemas no SF-23, Sainz salientou que “sabemos o que está mal e vamos resolver isso”, deixando claro que “tenho confiança na minha equipa e confio no plano de desenvolvimento. Confio nas conclusões que tiramos. Confio na Ferrari”.
O espanhol também aponta o dedo ao seu desempenho, afirmando que não foi “muito forte” nas duas primeiras corridas.










