Já é conhecido o Balance of Performance definido pela FIA para as primeiras quatro rondas do ano, com as tabelas a terem já os valores para Le Mans.
A tabela para Sebring será usada no Prologue (teste que antecede a época) e na primeira prova do ano, sendo que a segunda tabela será válida para Portimão, Spa e Le Mans.
Sebring será o primeiro palco em que os LMH – híbridos de tração às quatro rodas ou não híbridos de tração traseira – correrão contra os LMDh híbridos de eixo traseiro. O BoP influi em diferentes parâmetros tais como pesos mínimos, potências máximas e limites de utilização de energia ao longo de um stint.
Para a primeira prova do ano, a Toyota começa com o carro mais pesado da grelha (1063 kg), seguido do Ferrari e do Peugeot, os três LMH híbridos em pista. Do outro lado da balança, teremos os LMH não híbridos Glickenhaus e Vanwall, seguido de perto pelo Cadillac LMDh, o mais leve dos “americanos”, ao contrário do Porsche, que será o mais pesado dos LMDh. Quanto à potência máxima, o Vanwall (mais leve) terá menos potência máxima disponível (511 KW – 685 CV) enquanto que o Glickenhaus está do outro lado da escala (520 KW – 697 CV). No geral, as potências dos LMDh e dos LMH diferem pouco. De destacar a velocidade mínima para acionar o sistema híbrido dos LMH que será de 190 para Ferrari e Toyota e de 150km/h para a Peugeot. Isto porque a velocidade mínima está ligada ao tamanho do pneu: a Toyota e a Ferrari têm pneus Michelin de tamanhos diferentes à frente e atrás, enquanto que a Peugeot usa o mesmo tamanho nos dois eixos.













