A Mercedes teve um ano difícil com um W13 a revelar-se um dos maiores desafios da equipa dos últimos anos, com um conceito aerodinâmico que era prometedor, mas que não deu os frutos desejados e esperados. Algo que não teria mudado se a Mercedes não tivesse limite orçamental.
Poderia pensar-se que se a Mercedes tivesse mais dinheiro à sua disposição que poderia ter conseguido melhores resultados este ano, mas Toto Wolff considera que a equipa não poderia ter feito melhor, mesmo com mais dinheiro, uma vez que precisavam de entender a raiz do problema e isso demorou tempo:
“Não nos falta a capacidade, ou não nos faltava nenhuma das ferramentas, nem tempo”, disse Wolff no podcast Beyond the Grid de F1. “Precisávamos de descascar camada por camada para chegar à raiz do problema. Por isso, [não ter o limite orçamental] não teria mudado nada. Estamos a mudar alguma da arquitetura e da configuração do carro que nos deverá colocar na direção certa”, disse Wolff. “Mas tal como acontece com estas novas regulamentações, por vezes descobrimos um problema e depois percebemos que havia outro por baixo. Temos de nos manter humildes e não sentir que devemos e iremos estar de volta ao topo desde o início do ano.” Estou realmente ansioso por isso”.











