Só pensa nisso “daqui por dois ou três anos” , mas a carreira de Fernando Alonso na Fórmula 1 vai ter de terminar algum dia e quando isso acontecer, o espanhol gostaria de manter-se ligado à sua nova equipa, a Aston Martin.
Depois de terminar o seu contrato com a Alpine no final desta época, Alonso será o substituto de Sebastian Vettel na Aston Martin, estrutura que parece não ter qualquer imposição ao futuro do piloto, como parecia terem os franceses, além de estarem a reunir uma série de altos funcionários de outras equipas e a construírem novas infraestruturas em Silverstone, querendo lutar por títulos a médio prazo.
“De momento não tenho nada claro na minha cabeça, mas sei que um dia vou parar de pilotar, e terei talvez 25 anos de experiência ou algo assim”, disse Alonso, citado pelo The Race. “Portanto, posso ser obviamente muito útil a qualquer equipa. E essa equipa espero que seja a Aston Martin, apenas para continuar o que quer que façamos nos próximos anos”.
Como referiu não ter qualquer plano para quando chegar a altura de sair da Fórmula 1, Alonso explicou que pode optar por competir no Sportscar ou até mesmo regressar ao Dakar, experiência que gostava de repetir e vencer.
No final do primeiro contacto com o monolugar de 2022 da nova equipa, Fernando Alonso estava satisfeito e disse ter ficado surpreendido com o bom carro que a estrutura de Silverstone produziu.
foto: Twitter Aston Martin











Pronto… só falta dizer que é da Astron Martin desde pequenino 🙂
E não é? lol
Não era má ideia, aquela equipa bem precisa de pessoas que percebam de F1…
Se calhar devia esperar até acabar o primeiro ano com a Aston Martin para dizer estas coisas. Também na Alpine morria de amores e era uma história cor-de-rosa, passado dois anos está a atirar as roupas da Alpine pela janela e mandar indirectas no Facebook. hahahaha
Exacto. É cedo demais para tanto entusiasmo. Mas não é só ele, há gente de outras equipas com grandes entusiasmos.
Ê sempre bom sinal ver pessoas empenhadas com os novos projetos e empregadores.
Eu sou optimista por natureza, mas fico sempre de pé atrás com excesso de optimismo. Parece paradoxal, mas não é.
Não vejo excesso de otimismo na notícia. Ele até refere que os planos para o futuro não são muito claros.