Toto Wolff assegura que uma ‘uma decisão tomada em outubro passado’ explica tudo o que se passou com a Mercedes em 2022. Uma opção relativa ao desenvolvimento do W13, tomada há cerca de 12 meses foi o ‘momento-chave’ que determinou tudo o que se passou a seguir. Segundo Wolff, a Mercedes “enganou-se” no desenvolvimento do seu carro de 2022…
A Red Bull (especialmente) e a Ferrari (tem um bom carro, mas teve vários outros problemas) estiveram bem melhor nos caminhos que escolheram mas a Mercedes passou a maior parte desta temporada a tentar recuperar o desempenho e compreender a causa raiz das suas lutas, que passou pelo ‘porpoising’, ‘bottoming’ e várias outras coisas: “penso que agora compreendemos melhor onde é que nos enganámos com o carro. Quase podemos rastreá-lo até uma única decisão tomada em outubro passado”, disse Toto Wolff à Sky Sports F1, ao avaliar o difícil início de vida do W13 e o seu desenvolvimento desde então. Wolff disse que a questão chave surgiu quando a Mercedes escolheu o chão do carro e a altura ao solo: “pensámos que tínhamos escolhido bem, mas não. Agora, são pequenos passos de hamster e, enquanto a trajetória estiver a subir, mesmo com pequenas contrações, penso que estamos num bom caminho”.
Andrew Shovlin acrescentou algum contexto: “temos feito muitas experiências e experimentado coisas nos fins-de-semana de corrida, a fim de aprender, e de aperfeiçoar a nossa direcção de desenvolvimento no futuro”, disse Shovlin.
“Ao longo deste último mês, aumentámos essas experiências, e o resultado disso é que agora compreendemos alguns problemas da forma como desenvolvemos o carro desde o início, e agora vamos voltar atrás, ao que estávamos a fazer antes mesmo de o carro rodar.
“Certamente, se recuássemos 12 meses, seríamos muito mais sábios e muito mais bem informados sobre que tipo de carro queremos desenvolver, e penso que ele estaria simplesmente a referir-se ao facto de que a aprendizagem recente nos ajudou a esclarecer e compreender o que deveríamos ter feito há 12 meses…”.
Apesar das dificuldades do W13, a Mercedes, ainda assim, assegurou 15 pódios até agora em 2022 e ainda pode chegar ao segundo lugar da Ferrari na classificação dos construtores, embora isso não pareça muito provável.










