A Ferrari decidiu montar uma nova unidade motriz no monolugar de Charles Leclerc para o Grande Prémio dos Estados Unidos da América. Segundo a imprensa italiana, no novo motor foram introduzidas as especificações que a equipa terá nas unidades motrizes de 2023 e que serão testadas nos últimos quatro provas do ano, após a FIA conceder à Ferrari a exceção de alterar a sua unidade devido a questões de fiabilidade. Assim sendo, o piloto monegasco deverá ser penalizado em posições na grelha de partida para a corrida de domingo, mas terá uma nova unidade motriz que se pensa ser a solução para os problemas de fiabilidade que a equipa denotou durante a época.
A Ferrari apresentou em 2022 uma unidade motriz, que tinha também sido testada no final da época passada, bastante potente e que colocou a equipa italiana a lutar por vitórias. Não se devei apenas ao motor, como é óbvio, mas a Scuderia deu um grande passo à frente em termos de potência da sua unidade motriz, mas na procura de mais desempenho, pagou um preço em termos de fiabilidade. Algo que o chefe de equipa, Mattia Binotto, tinha já justificado como necessário para regressar ao topo da classificação e que com o congelamento dos motores até ao final de 2025, não seria possível procurar soluções para aumentar a potência, mas seria possível encontrar soluções em termos de fiabilidade, com a exceção da FIA para estes casos.
Apenas Leclerc receberá as atualizações na unidade motriz para o resto da temporada, o que significa que Carlos Sainz terá de esperar até ao próximo ano e terá com função lutar pela pole position do GP dos EUA.









