A Arábia Saudita foi uma das recentes adições ao calendário da Fórmula 1, tendo realizado o seu primeiro Grande Prémio na temporada passada usando como palco o circuito citadino de Jidá Corniche. No entanto, espera-se que a partir de 2026 a prova saudita passe a ser realizada no complexo de Qiddiya que inclui um circuito permanente. Ainda faltam alguns anos, mas com o crescente interesse pela Fórmula 1, os organizadores sauditas já expressaram o desejo, através do ministro do desporto, o Príncipe Abdulaziz Bin Turki Al-Faisal, de poderem realizar dois Grandes Prémios por temporada, entre Jidá e Qiddiya.
Segundo o ministro, têm constatado os “benefícios de ter estes eventos no Reino, e é por isso que estamos a investir tanto”. O responsável governamental admite que “podíamos organizar duas corridas, mas penso que isso é algo que temos de discutir com a F1 e ver como correm as coisas”.
O ministro do desporto do reino saudita deu como exemplo os dois Grande Prémios que se realizavam na Alemanha, entre o circuito de Nürburgring e Hockenheimring, confirmando que ambos os traçados iriam oferecer experiências completamente diferentes e acrescentar valor à Fórmula 1. Qiddiya será um complexo construído de raiz e que incluiu um parque temático e “assim não seriam duas corridas iguais numa só região: em Jidá, é junto ao mar, mas quando se vai para a outra [Qiddiya ], é o deserto, é uma vibração diferente”, garantiu Abdulaziz Bin Turki Al-Faisal.
Qiddiya vai acolher a primeira prova do MotoGP no país quando o complexo estiver terminado.











Já têm 1 GP a mais do que deveriam ter.
Mais um com os lucros das subidas do preço de petróleo que provocaram com o corte da produção?
Por mim nem o que têm.
É um nojo, desculpem o termo.
A F1 devia era realizar zero GP da Arábia Saudita. E sair dos países da OPEP que resolveram cortar na extração de crude, deixem-se de hipocrisias e está na hora dos países investirem nas centrais nucleares de última geração e em renováveis em larga escala, para que estes talibans fiquem com o petróleo debaixo do chão e voltem a ser berberes. Também podemos avançar com carros a Hidrogénio que pode ser produzido por electrólise mesmo nas cidades junto aos postos de abastecimento não precisam vir com a cantiga da estrutura…
Discordo no que toca a centrais nucleares, sejam elas de última ou de primeira geração, pois, em caso de acidente, as consequências serão catastróficas.
A tecnologia nuclear está mítificada e há muita contra-informação sobre o assunto…
As baterias da “salvação mundial” produzem resíduos que cumulativamente serão catastróficos e ninguém está preocupado com isso…
Sim… a Arábia tem uma tradição na indústria e no desporto que justifica essa pretensão… tem sempre vários fabricantes e pilotos presentes…
Por mim… a F1 nem passava pelo médio-oriente… não têm um autódromo … é só pistas da HotWheels… nenhuma se compara ao Estoril (e o Estoril não é lá grande coisa)…
Tenham juízo… Abdulazizs.
Um até já é demais.