A Ferrari e Mercedes já não vão desenvolver mais os respetivos monolugares até ao fim do ano. Mattia Binotto diz que um novo piso colocado no Ferrari F1-75 em Suzuka foi a última mudança do ano, porque a equipa está “no limite do orçamento desta época”.
E bem jeito dava poderem continuar a tentar resolver a questão do desgaste prematuro dos pneus, pois essa tem sido a grande pecha da equipa quase todo o ano, e sem mais desenvolvimento, vão chegar a 2023 com muito mais trabalho para fazer.
Já a Mercedes, revelou que a próxima corrida em Austin marcará o fim do programa de desenvolvimento do monolugar, que pelos vistos já está quase no limite de peso, claramente mais competitivo do que no início da época, mas ainda muito longe de lutar consistentemente pelas vitórias. O trabalho que estas duas equipas fizerem para 2023 será absolutamente decisivo quanto à competitividade do próximo campeonato, já que a Red Bull só precisa de não inventar, pois neste momento tem um carro, e um piloto, largamente na frente de toda e qualquer concorrência.
As grandes mudanças para 2023 centram-se no chão/fundo dos carros de modo a mitigar ainda mais a questão do porpoising e bouncing. Está previsto um aumento de 15 mm nos ‘cantos’ do chão sem mais do que 5mm de deflexão para 250N de força e também 5mm verticais com a mesma força de 250N foi aplicada. Este ano está em 8mm e 12mm, respetivamente, portanto os próximos fundos dos carros terão de ser mais fortes e defletir menos. A asas da frente têm mais 5mm de ajuste, passa de 35mm para 40mm, existindo outras pequenas mudanças.











