Zak Brown defende que é preciso repensar o sistema da Super Licença. O CEO da McLaren apresentou dois casos de pilotos que não seriam elegíveis para a Super Licença no tempo deles, para mostrar que a F1 pode perder grandes talentos.
Colton Herta poderá ter perdido a oportunidade de uma vida, com as portas da F1 a fecharem-se quando pareciam entreabertas. O piloto americano estava na calhara para um lugar na Alpha Tauri, mas por não ter os pontos necessários para a F1, vai ficar de fora. Zak Brown, CEO da McLaren, que apostou em Colton Herta, tendo assinando com o americano um contrato de formação, considera que se deve pensar numa mudança no sistema da Super Licença:
“Penso que todo o sistema da Super Licença precisa de ser revisto”, disse ele à imprensa selecionada na final da IndyCar. “Se alguém como o Colton que ganhou corridas na Indycar não é elegível para uma Super Licença, então penso que precisamos rever o sistema. Não creio que Max Verstappen seria elegível para uma Super Licença, assim como Kimi Raikkonen”, disse Brown. “Portanto, se voltarmos atrás e olharmos, há pilotos, campeões do mundo, que não teriam conseguido a sua Super Licença no ambiente de hoje”.










