Colton Herta continua a ser associado à Alpha Tauri e a polémica à volta sua Super licença promete aumentar. Enquanto isso, o piloto americano poderá ter mais algumas sessões de teste pela frente.
Se por um lado alguns pretendem que a regra que obriga um piloto a ter 40 pontos na sua Super licença, para poder ser piloto de F1, seja alterada, há também quem defenda que o sistema atual deve ser mantido e que uma possível excessão para Herta poderá desvalorizar as categorias de acesso e motivar mais pilotos a tentarem situações semelhantes.
Enquanto isso, o nome de Herta vai sendo consistentemente referido e a jovem promessa americana poderá ter um novo teste com uma equipa de F1, depois de ter testado em Portimão com a McLaren. A Alpine poderá testar com Herta ainda antes do GP de Singapura.
No entanto, segundo o motorsport.com, este teste não servirá os interesses da Alpine, mas sim da Alpha Tauri. Numa forma de facilitar a saída de Pierre Gasly, a Alpine irá conduzir o teste com Herta e dar o feedback do trabalho do piloto à equipa italiana. O teste estava inicialmente previsto para o programa de desenvolvimento de Oscar Piastri, mas com o australiano a caminho da McLaren, a equipa francesa poderá aproveitar para testar o jovem americano e também Nyck de Vries.
A AutoHebdo também avança que o neerlandês que pontuou pela Williams em Monza, poderá testar com a Alpine ainda antes do GP de Singapura, com Jack Doohan, piloto da academia Alpine também presente no teste.
Assim, a Alpine trabalha para entender qual a melhor opção para 2023. Se no caso de Herta, se trata de um possível acordo entre a Alpine (que já tinha agendado a sessão) e a Alpha Tauri, para abrir a porta à saída de Gasly, assim como ver as capacidades de Nyck de Vries. Os testes deverão ser feitos em Hungaroring, com um A521 do ano passado, ainda antes da prova de Singapura.











Os monolugares actuais de Indy Car tem perfomances semelhantes aos F2 europeus. Tal como este Herta, existem alguns jovens (relativamente) como o McLaughin, o Pato, que talvez possam ser algo competitivos na F1. Mas não será fácil ,porque o gap entre estas 2 formulas é muito grande, sendo certo que o reformado da F1 Grosjean também pouco tem feito lá, mas por exemplo, o Ericsson, ganhou a Indy 500 à segunda, que é bem mais importante que ganhar o próprio campeonato !
Nota:nos anos 70 os Indy Cars eram mais rápidos que os F1 ! Hoje isso é …arqueologia !
O jovem McLaughlin tem 29 anos!
Os carros são artificialmente lentos. O carro e motor não evoluem há mais de 10 anos. Os Cart e actuais Indycar tinham velocidades semelhantes em Indianápolis, mas o último champcar era mais rápido que o actual indycar em circuitos convencionais. O motor tem pouca potência e tem um regime de baixas rpm. O carro da Super Fórmula é muito superior, em termos de chassis e motor apesar de ser um 4 cilindros. Tanto a Indy, Super Fórmula, F2 e defuntos LMP2 no seu auge antes dos BOP, são suficientemente rápidos para preparar um piloto para a F1. A grande diferença… Ler mais »