Durante algum tempo a Toyota tentou ficar no livro dos recordes, tentando bater a maior distância de corrida em Le Mans. O feito é datado de 2010 e pertence a Andre Lotterer, Marcel Fassler and Benoit Treluyer a tripulação do Audi #9 de Romain Dumas, Timo Bernhard e Mike Rockenfeller (Audi R15 TDI plus) com 397 voltas completadas ao traçado e um total de 5,410.713km percorridos. Com a falta de concorrência, a Toyota tentou elevar o desafio tentando superar essa marca, mas agora desistiu. O máximo que a Toyota conseguiu foram 388 voltas completadas pela tripulação do (Toyota TS050 Hybrid) Sebastien Buemi, Kazuki Nakajima e Fernando Alonso.
Falando após a corrida de Le Mans, o diretor técnico da Toyota Gazoo Racing Europe, Pascal Vasselon, declarou que bater o recorde de 2010 já não é um foco da equipa.
“Nem sequer olhamos para isso agora porque com as zonas lentas é impossível”, disse Vasselon, citado pelo motorsport.com. “Agora existe este sistema (Slow Zones), que funciona extremamente bem, o controlo da corrida usa muito e já não é possível bater este recorde”.
O dito sistema obriga a uma velocidade de 80km/h numa zona definida pela direção de corrida, normalmente quando há incidentes nessa zona. Assim a corrida pode continuar sem necessidade de Safety Cars que por vezes faziam as equipas perder muito tempo (dependendo de que “comboio” de Safety Car apanhavam) e estragavam assim lutas que entusiasmavam os fãs. Este ano, por exemplo, tivemos apenas um Safety Car em pista, já na manhã de domingo, mas o número de Slow Zones foi elevado o que fez aumentar e muito os tempos por volta, complicando a tarefa de bater o recorde, que a Toyota agora desvaloriza por considerar que é possibilidade demasiado remota.












