Christian Horner pensa que as queixas constantes da Mercedes, que agora levantaram uma questão de saúde física dos seus pilotos, sobre o efeito oscilatório (porpoising). O responsável da Red Bull não considera que seja uma genuína preocupação em termos de segurança e que a equipa adversária tem meios para contornar o problema, obviamente, em detrimento da performance.
“Dizem-lhes para se queixarem o mais que puderem pelo rádio e fazer disso um problema tão grande quanto possível”, disse Horner, citado pelo The Race. “Faz parte do jogo”.
Questionado sobre se acredita que os adversários se queixem com um propósito que não o da segurança, Horner é peremtório.
“Claro que o fazem. É desconfortável mas há soluções para isso, que são prejudiciais ao desempenho do carro. Qual é a coisa mais fácil de fazer? Reclamar sobre a segurança, mas cada equipa tem uma escolha. Se fosse uma preocupação genuína de segurança em todo o pelotão, então era algo que devia ser analisado. Mas se apenas afeta pessoas ou equipas isoladas, isso é algo com que essa equipa deve lidar”.
Horner deixou claro que alguma alteração ou solução apresentada pela FIA sobre este assunto, não seria justo para as equipas que trabalharam os carros a pensar no efeito oscilatório. “Houve uma escolha para onde direcionar o carro, não houve? E nunca se deve direcionar o projeto de um carro que este não seja seguro. Penso que isso é mais para os técnicos porque há certos carros que têm problemas e outros carros que têm poucos. Parece injusto penalizar os que fizeram um trabalho decente contra os que talvez tenham falhado ligeiramente o alvo”, concluiu Horner.












