Daniel Ricciardo vai trabalhar em simulador antes do GP do Azerbaijão para perceber onde está a perder tempo em comparação com Lando Norris, admitiu o chefe de equipa, Andreas Seidl.
“É simplesmente importante, como sempre, permanecer calmo e concentrado e empenhado de ambos os lados, o que Daniel é, o que nós somos”, disse Seidl.
O debrief do Mónaco da McLaren foi importante para Ricciardo para perceber as “dificuldades a fim de extrair o máximo do carro em comparação com Lando”, salientou Seidl. “Faremos também algum trabalho de simulador antes de irmos para Baku e depois, esperemos que possamos dar mais um pequeno passo nestas próximas corridas, para que Daniel se sinta cem por cento confortável com o carro, especialmente em qualificação, quando se tem de puxar pelo carro no limite”.
Daniel Ricciardo está sob pressão e embora seja difícil haver uma troca de pilotos a meio da época na McLaren, a sua continuidade na equipa pode estar ameaçada.












A permanência pode não estar tão ameaçada assim. Apesar do Zak Brown dizer que há mecanismos que o permitem, segundo o site GP em casa, citando o The race, os mecanismos que existem, são da parte do piloto, não da equipa. A ser verdade, Ricciardo só sairá antes do final do contrato, se assim quiser.
Mas olha que acredito que haja mais mecanismos da parte da equipa do que da parte dele.
A equipa nao ter mecanismos e o piloto sim seria muita burrice da parte deles.
Acho eu de que…
Acredito que dê a volta pontualmente mas nao tera estofo ate ao fim do contrato.
Andam muito nervosos na mclare.
Não acho que seja burrice. Excesso de confiança, talvez.
É uma pena não conseguir pôr o link da notícia, seria mais fácil entender a questão.
Acho que a Pity não nunca ouviu falar de rescisão de contratos, por deixe-me explicar. Se a McLaren quiser enviar o Ricciardo mais cedo para casa, basta despedir, pagar os salários que tem direito e assunto arrumado.
Agora, para o Zak, CEO da equipa ter vindo a público dizer o que disse, então é porque existe mecanismos, sejam eles quais forem.
Se uma Ferrari consegue despedir o Prost, quem é o australiano para ter o lugar seguro até 2023?
Isso seria despedir pura e simplesmente, não por haver mecanismos e, sim, a Ferrari é perita nisso, além de Prost, porque ele disse que o carro parecia um camião, (grande ofensa!) também despediu o Kimi só porque sim. Depois, foram buscá-lo outra vez.
Voltando ao Ricciardo, se o contrato não tiver cláusulas de desempenho, só mesmo pagando-lhe o remanescente do contrato, mas isso não pode ser considerado mecanismo.
Ou seja, a McL é muito “limpa”, ao passo que a a Ferrari é só trafulhas. Acredite, não é marrar consigo, mas você é a prova que há seguidores da F1 que têm as ideias completamente formatadas pelas campanhas de desinformação dos medias britânicos promiscuídos com os team do mesmo país e respectivas sucursais no estrangeiro, mesmo em língua portuguesa. O Santander exigia o Alonso na Ferrari. A Ferrari e o Kimi chegaram a acordo, portanto houve uma revogação do contrato por mútuo acordo. A história do camião- que resultou de um problema na suspensão, daí a imagem usada- é… Ler mais »
Não se zangue, que não merece a pena. É ou não verdade que o Prost foi despedido depois de chamar camião ao carro? (que, por acaso, não era grande coisa). Concordo, em absoluto, com a sua opinião sobre o Prost. Sim, chegaram a acordo com o Kimi, pagaram-lhe o ano que ainda tinha de contrato, com a condição de ficar parado, mas não deixa de ser um despedimento. É verdade que simpatizo com a McLaren, mas isso não significa que ela seja santa, nem a Ferrari é o demónio. Aliás, eu torço mais por pilotos do que por equipas. Se… Ler mais »
Mas da maneira como escreve parece que foi despedido de forma arbitrária, sem processo disciplinar e sem justa causa, o que não é verdade.
E do Kimi. talvez o melhor exemplo fosse falar como foi a ruptura com a Lotus…
Essas ideias estão um bocadito baralhadas. Se a McL fizesse isso (“porque sim”, como diz a forista Pity), seria um despedimento arbitrário , sem justa causa, os quais são proibidos há muito em qualquer país, pelo menos da Europa ocidental. E o piloto não ficaria apenas credor dos salários. Rescisão unilateral do contrato, por exemplo a McL licitamente activar uma cláusula de performance, é outra coisa bem diferente; assim como a revogação do contrato, por acordo entre as partes. O Prost foi despedido com justa causa, atenta a gravidade do seu comportamento durante todo o ano até ao dia da… Ler mais »