Fórmula 1: Daniel Ricciardo volta a trabalhar no simulador para ultrapassar fase negra

Por a 3 Junho 2022 15:57

Daniel Ricciardo vai trabalhar em simulador antes do GP do Azerbaijão para perceber onde está a perder tempo em comparação com Lando Norris, admitiu o chefe de equipa, Andreas Seidl. 

“É simplesmente importante, como sempre, permanecer calmo e concentrado e empenhado de ambos os lados, o que Daniel é, o que nós somos”, disse Seidl.

O debrief do Mónaco da McLaren foi importante para Ricciardo para perceber as “dificuldades a fim de extrair o máximo do carro em comparação com Lando”, salientou Seidl. “Faremos também algum trabalho de simulador antes de irmos para Baku e depois, esperemos que possamos dar mais um pequeno passo nestas próximas corridas, para que Daniel se sinta cem por cento confortável com o carro, especialmente em qualificação, quando se tem de puxar pelo carro no limite”.

Daniel Ricciardo está sob pressão e embora seja difícil haver uma troca de pilotos a meio da época na McLaren, a sua continuidade na equipa pode estar ameaçada. 

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9 comentários

  1. Pity

    3 Junho, 2022 at 17:27

    A permanência pode não estar tão ameaçada assim. Apesar do Zak Brown dizer que há mecanismos que o permitem, segundo o site GP em casa, citando o The race, os mecanismos que existem, são da parte do piloto, não da equipa. A ser verdade, Ricciardo só sairá antes do final do contrato, se assim quiser.

    • Fast Turtle

      3 Junho, 2022 at 18:29

      Mas olha que acredito que haja mais mecanismos da parte da equipa do que da parte dele.

      A equipa nao ter mecanismos e o piloto sim seria muita burrice da parte deles.

      Acho eu de que…

      Acredito que dê a volta pontualmente mas nao tera estofo ate ao fim do contrato.

      Andam muito nervosos na mclare.

      • Pity

        3 Junho, 2022 at 19:07

        Não acho que seja burrice. Excesso de confiança, talvez.
        É uma pena não conseguir pôr o link da notícia, seria mais fácil entender a questão.

    • Lisboa

      3 Junho, 2022 at 18:31

      Acho que a Pity não nunca ouviu falar de rescisão de contratos, por deixe-me explicar. Se a McLaren quiser enviar o Ricciardo mais cedo para casa, basta despedir, pagar os salários que tem direito e assunto arrumado.

      Agora, para o Zak, CEO da equipa ter vindo a público dizer o que disse, então é porque existe mecanismos, sejam eles quais forem.

      Se uma Ferrari consegue despedir o Prost, quem é o australiano para ter o lugar seguro até 2023?

      • Pity

        3 Junho, 2022 at 19:01

        Isso seria despedir pura e simplesmente, não por haver mecanismos e, sim, a Ferrari é perita nisso, além de Prost, porque ele disse que o carro parecia um camião, (grande ofensa!) também despediu o Kimi só porque sim. Depois, foram buscá-lo outra vez.
        Voltando ao Ricciardo, se o contrato não tiver cláusulas de desempenho, só mesmo pagando-lhe o remanescente do contrato, mas isso não pode ser considerado mecanismo.

        • jo baue

          3 Junho, 2022 at 21:44

          Ou seja, a McL é muito “limpa”, ao passo que a a Ferrari é só trafulhas. Acredite, não é marrar consigo, mas você é a prova que há seguidores da F1 que têm as ideias completamente formatadas pelas campanhas de desinformação dos medias britânicos promiscuídos com os team do mesmo país e respectivas sucursais no estrangeiro, mesmo em língua portuguesa.
          O Santander exigia o Alonso na Ferrari. A Ferrari e o Kimi chegaram a acordo, portanto houve uma revogação do contrato por mútuo acordo.
          A história do camião- que resultou de um problema na suspensão, daí a imagem usada- é grave atendendo às 1) circunstâncias e 2) aos antecedentes do piloto-trabalhador que até em manobras políticas se meteu na Ferrari e Fiat.

          • Pity

            4 Junho, 2022 at 10:23

            Não se zangue, que não merece a pena.
            É ou não verdade que o Prost foi despedido depois de chamar camião ao carro? (que, por acaso, não era grande coisa). Concordo, em absoluto, com a sua opinião sobre o Prost. Sim, chegaram a acordo com o Kimi, pagaram-lhe o ano que ainda tinha de contrato, com a condição de ficar parado, mas não deixa de ser um despedimento.
            É verdade que simpatizo com a McLaren, mas isso não significa que ela seja santa, nem a Ferrari é o demónio. Aliás, eu torço mais por pilotos do que por equipas. Se a McLaren tiver dois pilotos de que eu não gosto, garanto que não torcerei por ela, assim como não deixarei de torcer por um piloto com que simpatizo, se ele estiver na Ferrari, ou em qualquer outra equipa. E não, não sou formatada por ninguém. Felizmente, sempre tive o costume de pensar pela minha cabeça. Quando comecei a ver F1, nos anos 80, sim, tive de aprender ouvindo os comentadores da RTP, mas mal de mim, se ainda hoje, fosse influenciada por alguém.

          • jo baue

            5 Junho, 2022 at 9:37

            Mas da maneira como escreve parece que foi despedido de forma arbitrária, sem processo disciplinar e sem justa causa, o que não é verdade.
            E do Kimi. talvez o melhor exemplo fosse falar como foi a ruptura com a Lotus…

      • jo baue

        3 Junho, 2022 at 21:28

        Essas ideias estão um bocadito baralhadas. Se a McL fizesse isso (“porque sim”, como diz a forista Pity), seria um despedimento arbitrário , sem justa causa, os quais são proibidos há muito em qualquer país, pelo menos da Europa ocidental. E o piloto não ficaria apenas credor dos salários. Rescisão unilateral do contrato, por exemplo a McL licitamente activar uma cláusula de performance, é outra coisa bem diferente; assim como a revogação do contrato, por acordo entre as partes.
        O Prost foi despedido com justa causa, atenta a gravidade do seu comportamento durante todo o ano até ao dia da história do “camião”, e obviamente a Ferrari seguiu todos os trâmites legais nesse processo.

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