O efeito oscilatório, ou “porpoising”, tem sido uma dor de cabeça para várias equipas da grelha, especialmente a Mercedes. Os responsáveis da equipa admitem que o seu monolugar sofre tanto com a oscilação que não conseguem aproveitar o seu potencial. A equipa tem trabalhado bastante para tentar diminuir este efeito, mas para já sem sucesso e enquanto isso não acontecer, deverá ser contraproducente atualizar o W13 noutras áreas, como os rivais vão fazendo.
“Sendo realistas, pensamos que isto será algo que vamos abordar por etapas, em vez de um grande momento”, afirmou Andrew Shovlin, responsável da Mercedes sobre o “porpoising”. “Mas estamos a ver sinais encorajadores. Esperamos trazer peças para o carro em breve, talvez até em Miami, onde esperamos poder ver progressos nesta questão”.
Sem certeza se acontecerá em Miami, uma pista nova e um pouco desconhecida, ou em Barcelona, a Mercedes tem de solucionar esta questão que pode desbloquear o potencial que dizem ter no seu monolugar. Isto se ainda querem chegar à Ferrari e Red Bull e lutar por vitórias em corridas este ano.











Tradução da prosa bonita da Mercedes: Não fazemos a mínima ideia do que estamos a fazer, não sabiamos o que era o efeito porpoising e tão pouco sabemos como o resolver. A nossa sorte é o motor Dacia ser tão fraquinho, mesmo apesar de ter passado os mil cavalos várias vezes, senão andavamos a lutar com a Williams…
Como sempre os haters vivem com a Mercedes/Hamilton/Toto na cabeça. Espumam de raiva que ainda se fale da Mercedes como uma das melhores de sempre. hahahaha
“Os haters”…há uns que vivem com o Alonso na cabeça e também espumam de raiva…
Mas isso é porque têm um monolugar inferior.
Tens ai uns “iluminados que tem “porpoising” neurótico…srsrsr saem muitas ideias aos saltos…
Se a Mercedes não conseguir resolver os problemas do carro a distância para os outros será sempre maior com o decorrer da época. O mundial deste ano já voou para o Hamilton. O problema maior agora será adaptar-se ao carro para conseguir controlar o companheiro de equipa. É uma realidade muito crua, mas parece que é o que temos…
Perece-me inevitável.
A julgar pelos muitos recursos que têm à sua disposição, certamente que já contam com novas soluções para colocar em prática.
No circuito de Miami, com todas aquelas zonas “a pé fundo”, imagino que o porpoising seja insuportável para os pilotos, portanto terão mesmo de fazer alguma coisa o mais rapidamente possível.