Bruno Magalhães/Carlos Magalhães (Hyundai i20 N Rally2) terminaram o Azores Rallye na sexta posição da geral, terceiro no CPR, numa prova em que voltou a ter problemas semelhantes na suspensão, aos que já tinha tido em Fafe, e que o impediram de lutar mais à frente, numa prova que já venceu três vezes e onde costuma ser muito forte. Desta vez nada mais pode fazer: “foi um rali muito difícil não só pelas condições mas também devido aos muitos problemas que tivemos, no entanto hoje já estávamos a fazer uma boa prova a recuperar tempo na luta pelo segundo lugar do CPR, estávamos já a 11s, tínhamos iniciado o dia a 30, com um bom ritmo, mas infelizmente após a assistência, tivemos novamente um problema e à tarde foi impossível andar depressa”, começou por dizer Bruno Magalhães recordando os problemas com os amortecedores que por vezes deixam de funcionar, suspeita-se devido a sujidade no interior: “o que levamos daqui é um terceiro lugar para o CPR e bons pontos. não é o que queríamos, mas não é assim tão mau”, disse Bruno Magalhães, que consegue andar melhor quando o piso está seco “conseguimos encontrar aderência, mas no molhado tivemos muitas dificuldades como em Fafe, vamos ter que trabalhar muito para a próxima prova”












Chegou a estar a 11 segundos do segundo lugar do CPR, não tanto pelo andamento que teve mas pelo facto do segundo ter andado francamente mal durante certos períodos da prova.
Houve um piloto que andou mal tanto na primeira secção do sábado como no domingo e disse claramente “erramos no setup do carro” e “não conseguimos fazer melhor”.
Entretanto há pilotos não conhecem a palavras “erramos” e “não conseguimos”, mas conhecem perfeitamente as palavras “estamos com problemas no carro”.