É verdade que a Haas nem sequer desenvolveu o carro em 2021, apostando forte em 2022, mas Mick Schumacher teve um primeiro ano longe do que teria desejado na F1. Na luta interna (a única que lhe interessava) foi claramente melhor e mostrou aqui e ali bons pormenores, mas os primeiros anos de Mick nas novas categorias sempre foram discretos. Não conseguiu um único ponto, o melhor que conseguiu foram três 14º lugares, passou duas vezes à Q2. Foi uma época difícil, com um carro igualmente difícil para o jovem alemão que este ano terá de mostrar o que realmente vale. A chegada de Kevin Magnussen é boa porque traz para a equipa uma referência clara e Schumacher terá de provar o seu valor contra um piloto já com experiência. É o melhor desafio que Schumacher poderia ter, pois continua na mesma equipa, que soube conquistar com a sua ética de trabalho e postura irrepreensível, o que lhe dá estabilidade e do outro lado tem agora um piloto com provas dadas para se comparar. Schumacher tem pinta de campeão, mas terá de o confirmar este ano.










