Pierre Gasly tem vindo a provar que merece um lugar na Red Bull, mas a continuação de Sergio Perez ao lado do campeão Max Verstappen e o regresso de Alexander Albon à Fórmula 1, curiosamente o piloto que o substituiu depois da primeira passagem pela equipa, podem colocar novos entraves a este seu objetivo. Helmut Marko, o conselheiro da equipa, já avisou que, no final de 2023, data do fim do contrato atual, o francês é piloto da Red Bull ou o seu futuro tem de passar por outra equipa. Continuar na AlphaTauri não é opção.
Gasly reconhece o peso desta decisão e o que tem de fazer para merecer o tão desejado lugar na Red Bull, mas em declarações ao Motorsport.com, insistiu que é demasiado cedo para falar deste passo.
“Helmut [Marko] já o disse, por isso já não é segredo que me resta um ano no meu contrato depois desta temporada. É claro: ou fazemos a mudança para a Red Bull, ou não. O que acontece depois disso, é demasiado cedo para falar sobre isso. Estou agora a concentrar-me neste ano, que vai ser tão bom quanto possível”, admitiu o francês. “Mas é claro que quero estar num carro rápido com o qual possa lutar por vitórias. Essa é a única coisa que me interessa. Quero ganhar corridas na Fórmula 1 e preciso de um carro que me permita fazer isso. Iremos discuti-lo com Helmut quando chegar a altura”.
Pierre Gasly conquistou a sua primeira vitória num Grande Prémio em 2020 em Monza e na época passada ultrapassou a barreira dos 100 pontos no campeonato pela primeira vez desde 2017, o ano de estreia na Fórmula 1. O piloto sublinha que sabe que esta época é muito importante para o seu futuro e que tem como objetivo imediato, ajudar a AlphaTauri a subir na tabela classificativa.
“Devo dizer que me sinto bem na minha pele. Sei que estou a enfrentar um ano importante na minha carreira quando se trata de dar o próximo passo. O ano passado foi fantástico e este ano espero fazer pelo menos o mesmo, se não mais. Quero levar esta equipa tão longe quanto possível na grelha. Esse é o meu objetivo pessoal”.










