Depois de um ano com mais altos do que baixos, onde as melhores prestações acabaram no pódio [Aboboreira e Mortágua], Miguel Correia quer deixar de ser visita pontual aos lugares do mais altos da classificação e passar a marcar presença regular entre os melhores em todas as provas.
Com um crescimento significativo em asfalto, piso onde admite sentir mais dificuldades, o piloto bracarense acredita que esta será a sua “época de confirmação. Estamos confiantes que aprendizagem que tirámos das provas e do carro na última temporada vão agora começar a dar frutos”, explicou antes de confidenciar ao Autosport o nome do seu navegador para a temporada 2022: “Apesar de não ser segredo para ninguém, na temporada que se avizinha serei navegado pelo Jorge Carvalho (Jet), com quem participei no Rali Vidreiro Centro de Portugal em 2021 e em que deposito bastante esperanças. O trabalho que temos feito desde o fim da temporada passada é positivo e agora estamos ansiosos que chegue o Rali Serras de Fafe para colocarmos tudo em prática.”
Quando questionado sobre a possibilidade da pressão de ser “a principal figura” da ARC Sport nos ralis em 2022 o possa afetar, Correia foi bastante assertivo, assumindo que: “na ARC Sport somos uma família. Na temporada passada nunca senti que não era a principal figura, até porque nesta equipa somos todos tratados por igual, sem favorecimentos. Espero sim poder contar com o empenho máximo de toda a estrutura, tal como em todos os anos anteriores.”
Miguel Correia promete marcar presença em todas as provas do Campeonato de Portugal de Ralis, mas não descarta a possibilidade de uma passagem pelo Todo-Terreno. “No ano passado venci os Guarda Racing Days de Can-Am e a experiência foi muito enriquecedora e ainda nos trouxe um retorno mediático muito interessante e que merecia ser analisado pelas entidades que gerem a comunicação dos ralis em Portugal. É também por isso que gostávamos de eventualmente voltar, pontualmente, a participar neste tipo de eventos”, destacou.









