A Alpine anunciou recentemente o alinhamento de jovens pilotos da sua academia para a temporada de 2022. Dos quatro nomes que fazem parte das escolhas dos franceses, Jack Doohan e Olli Caldwell são os estreantes do programa de jovens pilotos. No caso de Doohan, trocou o programa da Red Bull pelo da Alpine, onde já estava desde 2018.
A Red Bull pode ter algumas dificuldades em gerir os seus pilotos, mas dos atuais 20 na Fórmula 1, são muitos com ligação à equipa austríaca. Ainda assim, Doohan afirma que sentiu que a Alpine lhe dá mais oportunidades de chegar à F1 que a Red Bull.
“Penso apenas na configuração do programa e no que faz para me tornar melhor piloto”, disse Doohan sobre o tema. “Obviamente que a Red Bull também tinha isso, mas se fosse o mesmo não teria trocado, por isso não quero tocar demasiado nesse assunto, mas é apenas um caminho muito bom para me tornar um piloto melhor, independentemente do objetivo final. Aprender o máximo possível e obter tempo valioso com a equipa é algo que realmente não se consegue obter em mais lado nenhum e que eu não tinha conseguido”.
Oscar Piastri, que foi campeão da Fórmula 3 e Fórmula 2 enquanto vestia as cores da academia da Alpine, não tem lugar como piloto principal na categoria rainha do automobilismo, ficando com o lugar de piloto de reserva da Alpine. Doohan não vê que isso possa ser um fragilidade do programa da Alpine, até porque os pilotos da academia saem muito bem preparados e tornam-se profissionais.
“Estão a dar-nos a oportunidade de avançar e de sermos pilotos profissionais. O principal é crescer como melhores pilotos e avançarmos, ou como Christian [Lundgaard] na IndyCar ou como [Guanyu] Zhou na F1, que foi para a Alfa Romeo. Penso que muita gente dirá que a Alpine não promoveu à sua equipa de F1, mas todos os que estiveram no seu programa, não podemos dizer que são maus pilotos ou que não cresceram enquanto lá estiveram”.










