Cada vez mais as ferramentas de simulação são fundamentais para as equipas de F1 e muitas têm apostado em equipamentos de última geração para conseguir melhores resultados. A McLaren, por exemplo, está a apostar num novo simulador e a Ferrari tem a sua nova unidade praticamente pronta.
Depois de dois anos de trabalho com a companhia britânica Dynisma, a Ferrari está na fase final de preparação do novo simulador. Citado pelo autosport.com, o diretor desportivo da Ferrari, Laurent Mekies, explicou que o objetivo era tê-lo plenamente em funcionamento no início do próximo ano.
“Começámos a utilizá-lo com pilotos em Setembro, mas demora um mês, dois meses, três meses para o conseguir validar”, disse Mekies. “Penso que Mattia disse que o utilizámos para o apoio à corrida de Jidá pela primeira vez. Isso não significa que a correlação tenha terminado. Está a funcionar a toda a velocidade? Não. Quando é que isso vai ser? Provavelmente nos primeiros meses do próximo ano”
“De uma perspetiva de recursos, não se quer ficar nessa fase de transição por muito tempo”, disse Mekies. “É também por isso que nos veem a mudar para a nova fase de apoio à corrida , embora ainda não estejamos a 100%, porque consome energia passar de um para o outro. Mas sim, para a transição, tem de ter um tempo de [utilização] em conjunto”.
Charles Leclerc disse em Abu Dhabi que o novo simulador da Ferrari “parece ótimo”, mas que ainda não tinha feito qualquer trabalho nele:
“Penso que deverá ser uma melhoria em absolutamente tudo o que sentimos, especialmente nas sensações dos pilotos”, disse Leclerc. “É muito difícil recriar as forças Gs por que passamos no carro real. Portanto, será sobretudo sobre isso – sobre as sensações do piloto o que será uma melhoria. Mas ainda não o experimentei”.











