O espetáculo que Max Verstappen e Lewis Hamilton estão a dar dentro de pista é a antítese do que os responsáveis das equipas estão a fazer fora dela. Não pode valer tudo e se podemos compreender um simples extravasar de frustrações, já me custa a compreender que alguém ache que o universo está contra eles e ataque um Comissário de Pista, confundindo um eventual erro com algo propositado. Isso é ‘conversa’ de redes sociais, onde a grande maioria olha para os assuntos com as ‘palas’ dos burros, que só podem ver aquele caminho.
Os responsáveis da Mercedes e da Red Bull têm muito mais responsabilidades que isso, e por isso tem que haver limites. É óbvio que todos têm o direito de se queixar e de levantar ‘lebres’ quanto aos regulamentos, isso faz parte do ‘jogo’, mas atacar um Comissário de Pista daquela forma, ainda mais quando se sabe que na sua grande maioria são voluntários que oferecem o seu tempo pela sua paixão, e para poderem fazer parte do espetáculo. Não me vou estender em críticas a quem o fez, pois prefiro destacar que sem Comissários de Pista não haveria corridas, estaria tudo reservado a meia dúzia de competições super-profissionais. Isto de achar que, quando alguma coisa nos corre mal é sempre porque alguém nos quer ‘lixar’…
Penso que todos nós aprendemos os valores do desporto, quando éramos pequenos, responsabilidade, espírito de equipa, disciplina, tolerância, perseverança, humanismo, verdade, respeito, solidariedade, dedicação. Porque tantos o perdem pelo caminho?












O comportamento exibido pelos dois chefes de equipa nos ultimos tempos (anos provávelmente) é na realidade lamentável, mesmo sabendo de antemão da pressão politica/empresarial a que estão sujeitos (não servindo apesar de tudo de desculpa). Pena é que o jornalista se tenha focado apenas num ponto e portanto numa pessoa quando se deveria ter referido aos dois. Quanto ao comentário “Isso é ‘conversa’ de redes sociais…”, denota bem a distracção do jornalista no que diz respeito infelizmente aos comentários neste jornal e sobretudo á adjectivação que é feita indistintamente a A ou B desta ou daquela equipa (a palavra nazi… Ler mais »
Vais ver a fase final se não vai valer tudo!… Adivinha-se.
É imperioso ser um espetáculo grandioso dentro das regras de segurança, que ganhe o melhor e que aja fair play… Simples não??? Isto é para os verdadeiros desportistas os outros aceitem que dói menos de ambos os lados da vitória ou derrota…GO GO McLaren
Sim, sem a paixão e o espírito de sacrifício desses comissários, não haveria corridas, eles são os heróis não celebrados do automobilismo. Agora, não confundir esses voluntários – que na 2a feira regressam aos seus trabalhos ultrapassando o cansaço acumulado com essa paixão e algum orgulho por terem sido parte do espectáculo – com personagens manipuladas, coagidas, como este Masi. Lendo o scirocco, quanto aos comentários, excepto um certo fórum francês e aqueles em que os espanhóis e os latino-americanos se insultam por questões com mais de 500 anos, é no autosport.pt que mais se usa e abusa deste estória… Ler mais »
Nem mais nem menos. E no caso de Horner, é reincidente, visto que já tinha usado da mesma táctica no passado e mais recentemente no GP de Inglaterra onde até acusou os Comissários de serem tentenciosos e maus profissionais.
Aqui se vê como Horner não sabe lidar com a pressão, passando a disparar em todas as direções. Quando envolve Max então, muda completamente, fica extremamente tendencioso e não consegue ver os factos.
A Liberty media não queria maior presença da F1 nas redes sociais?
Não queria chegar a mais público?
O que chama muito público são os “Big brother” desta vida, são as polémicas e lavar de roupa suja.
É isso que dá clicks e likes em notícias e fóruns.
“Are you not entertained?”