Hoje demos conta do que escreveu Martin Brundle sobre a exclusão de Lewis Hamilton na qualificação, afirmando que o regulamento técnico não podia ter zonas cinzentas e que a FIA tem que penalizar situações destas, mesmo que não afetem o desempenho do carro. Quanto ao incidente entre Hamilton e Max Verstappen na volta 48, episódio sobre o qual a Mercedes pediu a sua revisão por parte dos comissários, o comentador da SkySports é da opinião que o piloto neerlandês não virou o volante em direção ao seu adversário, embora tenha travado tardiamente.
“No início, parecia que Verstappen conseguia recuperar um terço de segundo sobre Hamilton a cada volta no setor intermédio mais sinuoso, que ajudava a ter alguma vantagem para o míssil Mercedes na reta, mas Hamilton foi implacável e na volta 48, Verstappen teve de ziguezaguear e defender-se, colocando Hamilton no trajetória exterior na curva 4. Max dirá que ambos travaram tarde, ele na parte suja da pista, e ambos alargaram a trajetória. Tenho a certeza que Max também diria que quando se apercebeu que Lewis tinha ido para a escapatória, endireitou o seu carro para fazer o mesmo e acelerar. Ao ver as as imagens onboard, confirma-se que Max travou muito tarde e foi lento e limitado com o seu ponto de viragem, mas em nenhum momento abriu o volante na direção de Lewis”, escreveu Brundle. “Foi no limite e poderia facilmente ter sido tomada qualquer decisão pelos comissários.”
Quanto ao pedido de revisão da Mercedes, o britânico escreveu que são poucas as hipóteses de ser considerado o pedido.












