George Russell começa em 2022 um capítulo decisivo na sua carreira, entrando para a Mercedes para enfrentar Lewis Hamilton. Mario Andretti considera que os Flechas de Prata irão favorecer Hamilton em detrimento de Russell. O campeão mundial de 1978 acredita que Russell não deva esperar tratamento igual. “Tenho a certeza de que a Mercedes, de alguma forma, irá sempre favorecer Lewis”, disse Andretti, segundo a Express. “Mas, ao mesmo tempo, tenho a certeza que George terá o mesmo equipamento. Ele [Russell] impressionou-me e mostrou que pode ser um futuro campeão. Ao ter a oportunidade no Bahrein mostrando-se capaz, e mesmo com a Williams em Spa, com as condições difíceis… A chuva é sempre um grande equalizador e ele mostrou as suas capacidades ao fazer o que fez lá. Como se vai sair no próximo ano, ao lado de Lewis, é algo que temos curiosidade em ver”, concluiu Andretti.












A Mercedes vai ter uma sorte do caraças ao tentar condicionar Russell. Acho que começam logo com o pé errado. Em vez de condicionarem, devem é mostrar-lhe a importância que vai ter no futuro da equipa. A importância que é o 8° título de Hamilton para a Mercedes e canalizar a disputa entre os dois para uma progressão saudável de todos. Condicionar alguém como Russell, quando as evidências da sua velocidade se concretizarem e a frustração começar a acumular, vai ser mau para Russell e para a Mercedes. É visível que a Mercedes quer o marco do 8° título, mas… Ler mais »
Russell vai aguentar, porque um ano não é nada no inicio da carreira e não vale a pena arranjar problemas que poderão condicionar o seu futuro, principalmente se fizer alguma brincadeira com Hamilton, como a de Imola com Bottas seu colega na Mercedes. No entanto, ele já mostrou mais razões para ser considerado um idiota, como foi o caso da sua efusiva e exagerada comemoração do resultado na “não” corrida de Spa, um desfile que culminou a qualificação que deu pontos pela primeira vez na história da F1, e deixo em suspenso o resultado da Rússia, que se eu fosse… Ler mais »
Eu consideraria Russell um idiota pela reacção que teve após o acidente com Bottas. Não por ter comemorado um marco importantíssimo na história recente da Williams.
Vamos ver se vai aguentar um ano… principalmente se começar a ser travado.
Quanto a previlégios de pilotos, obviamente que sendo um fan de F1 consciente de que precisamos de todos os pilotos para termos boas corridas, sou contra previlégios e ordens de equipa, coisa em que a Ferrari é histórica mas que agora, talvez por precisar de dois pilotos para resultados, e não de um para ser campeão, parece ter “passado” essas estratégias para a Mercedes que este ano tem usado e abusado, fazendo lembrar a primeira nos anos de Lauda, Scheckter, Schumacher e até Alonso, e superando 2016 quando deu um motor “marado” a Hamilton na Malásia, para garantir o título… Ler mais »
Lol. 😐
Pois o problema é esse.E o Russell arrisca-se a “assar” em fogo lento.O Lewis tem um peso enorme,exagerado, na equipa,via covid e novos tempos que por aí se gritam.. E que a F1 adoptou reverentemente.
Se ele sair, aí sim, os céus ficarão mais fáceis para o Russell.
Se por acaso,o Vestappen derrotar o Hamilton no mundial deste ano,não sei se o inglês não arrumará as botas.Para quem está sempre habituado a vencer ,o insucesso normalmente não é digerível.
Até do outro lado do Atlântico se sabe como funciona a Mercedes com Hamilton…
Cumprimentos
Da mesma maneira que a Lotus em 1978?
A pergunta é rectórica.
Cumprimentos.
O homem já bateu Bottas e mal cabia no cokpit, portanto não precisam de o favorecer, desde que lhe deem um cockpit á medida já deve estar bom…
O Sr. Andretti deve dedicar-se à Fórmula Indy e deixar a F1 para quem sabe.
Sim, suponho que o facto de ter sido campeão do mundo de F1 não é habilitação suficiente para alguém dar a sua opinião sobre assuntos da Fórmula 1.
Já começam as desculpas.
É muito cedo para dar palpites, e por várias razões:
Ninguém sabe como estará a Mercedes no próximo ano, se tem condições para lutar pelos títulos ou não, o que fará toda a diferença;
A Mercedes não costuma beneficiar um piloto no princípio do ano (viu-se várias vezes Bottas começar melhor do que Hamilton);
A Mercedes estará a contar com Russell para ser o substituto de Hamilton, pelo que não irá fazer nada que o destrua psicologicamente.
Não percebo como isso é um “tema”…
De um lado temos um piloto com 7 (ou 8) títulos, 100 vitórias, etc… e do outro lado temos um piloto que o melhor que fez foi, um brilharete nuns treinos, e, ficou em 2º lugar numa corrida que não aconteceu…
Só um idiota é que pode questionar essa opção…