A decisão de entrar nas boxes ou não definiu o sucesso (ou a falta dele) dos pilotos no GP da Rússia. A previsão meteorológica prometeu chuva, mas a forma como esta chegou à pista russa causou dores de cabeça.
Lando Norris foi o principal prejudicado, tendo recebido indicações da equipa que a chuva não iria piorar, quando nas últimas duas voltas caiu de forma impiedosa. Mas nas voltas anteriores a diferença nos setores foi variando o que complicou a escolha das equipas.
Numa animação colocada no Twitter, podemos ver a evolução da pista nas últimas voltas, em que a volta 49 terá feito a diferença. Pudemos ouvir no rádio Sebastian Vettel afirmar que tinha parado de chover, para dizer pouco depois que a chuva tinha piorado. Neste gráfico podemos ver a evolução, que explica a dificuldade:
What tire was faster at which point during the last laps of the #RussianGP? Check out this #gif!
— F1 Analytics (@f1dataanalytics) October 1, 2021
Conditions were tricky with rain intensity increasing and decreasing several times during the final stages of the 2021 Russian GP.#Formula1 #F1 #Norris #Hamilton #Verstappen #Sainz pic.twitter.com/R3g5gPA84x
A telemetria também permite entender a dificuldade de pilotar um monolugar de F1 com pneus Slicks em piso molhado, situação que Lando Norris teve de enfrentar. Nestes gráficos podemos comparar a evolução de Norris (rosa) com Lewis Hamilton (verde), sendo clara a dificuldade do piloto da McLaren para se manter em pista:
Wondering what driving (or… struggling) in the wet on slicks looks like? Check out the telemetry comparison between #Norris and #Hamilton during the #RussianGP!#Formula1 #f1 #F1Analytics #datascience #sotchiGP pic.twitter.com/i7HpSqpbyl
— F1 Analytics (@f1dataanalytics) September 27, 2021











