Com o acordo entre IMSA e ACO, os Hypecar a competir no WEC poderão competir no campeonato norte-americano de resistência a partir de 2023. No entanto, existe um critério que o IMSA não abdica para os carros do Mundial da FIA poderem competir sob a sua égide: a produção de pelo menos 2500 carros de estrada por ano.
A Glickenhaus, uma equipa privada norte-americana que pretendia competir nas grandes corridas no seu país, está impossibilitada de o poder fazer, já que ainda não têm nenhum carro de estrada produzido, mas planeiam fazê-lo, em número mais baixo que o critério do IMSA obriga.
“Se se está envolvido no comércio interestadual não se pode discriminar a dimensão da empresa”, disse Jim Glickenhaus à Motorsport.com. “Discriminação com base na dimensão da empresa é a definição exacta da lei da concorrência (lei anti-trust nos EUA, n.d.r.). Muito francamente, estou surpreendido por o IMSA ter dito isto”.
À mesma publicação, o “patrão” do IMSA, John Doonan foi peremptório na sua resposta: o regulamento é para cumprir.
“Neste momento, os regulamentos LMDh especificam uma quantidade específica de volume de veículos de estrada: são 2500 unidades. Está nos regulamentos [LMDh] muito parecido com o do DPi. É intenção do IMSA manter isso para todos os fabricantes concorrentes na nossa série. Estou a dizer que as regras dizem que há um mínimo de 2500 unidades para competir no IMSA, porque esse é o nosso modelo de negócio”.
A Glickenhaus vai começar a produzir em Lime Rock o SCG 004 e Jim Glickenhaus disse que espera vender “centenas, senão 1000” unidades do veículo.












