É preciso recuar ao GP do Japão de 2017 para ver um Williams na oitava posição duma qualificação da Fórmula 1, o que na altura foi conseguido por Felipe Massa. George Russell qualificou-se hoje em oitavo, para, como se sabe, a qualificação Sprint do Grande Prémio da Grã-Bretanha, naquela que foi também a melhor qualificação pessoal do inglês com a equipa, entrando na Q3 pelo segundo fim-de-semana consecutivo
“Foi a nossa melhor sessão de qualificação, e fazê-lo em frente a uma multidão em casa foi uma sensação incrível. Esta manhã, no primeiro treino livre, não tinha confiança no carro, e agora aqui estamos nós em oitavo! Depois do treino, tivemos de tomar a decisão de tentar melhorar o carro ou de nos cingirmos às nossas armas e esperar que a pista viesse na nossa direcção, o que aconteceu. Tudo entrou numa janela muito mais agradável e eu senti-me confiante e confortável, o que me permitiu conseguir aquele décimo ou dois, extra. Por fim, fizemos um trabalho fantástico e agora trata-se de ver como corre amanhã. Não vai ser fácil, mas precisamos de ser agressivos e de nos pôr com o pé na frente”
Este fim de semana altera-se um pouco o paradigma do atual paddock da F1. Para umas equipas a corrida sprint de qualificação de amanhã será um risco, para outras, o risco pode compensar. Não conseguem pontos para o campeonato, mas têm a possibilidade de conquistar lugares na grelha de partida para a corrida.
Em declarações à Sky Sports, Rusell afirmou que vai atrás de um bom resultado na sprint de amanhã.
“Temos de atacar. Só chegamos a esta posição quando pomos o jogo todo em cima da mesa. Se vir uma oportunidade, vou atrás dela. Já tenho mais de 40 corridas de F1, em cada corrida é a carga máxima de combustível. Agora é um terço da carga de combustível”.












