Depois de termos apontado os cinco melhores em Baku, é tempo de apontar os cinco piores no fim de semana do GP do Azerbaijão:
Valtteri Bottas
Mais um fim de semana horrível para Valtteri Bottas. O piloto da Mercedes não encontrou a afinação certa, o que não lhe permitiu colocar temperatura nos pneus com os resultados que estão à vista. Esta época está a ser terrível para Bottas, sendo agora sexto no campeonato e pior que isso, tem sido o nível que tem apresentado, especialmente em Ímola e Baku. Num ano em que tem de mostrar que pode ser opção para a Mercedes (ou para outra equipa) Bottas continua a desapontar.
Nikita Mazepin
Depois de ter apresentado sinais de melhoria no Mónaco, Mazepin voltou a mostrar falhas em Baku com alguns erros. Mas pior que isso foi a forma como Mick Schumacher esteve por cima durante todo o fim de semana e a forma como se defendeu do ataque do seu colega de equipa na reta da meta. Uma manobra perigosa que poderia ter corrido muito mal.
Carlos Sainz
O resultado não foi mau, mas o fim de semana de Sainz não correu bem, em especial a corrida. Nas qualificações voltou a ter azar e mais um incidente impediu que melhorasse o seu tempo. Na corrida, cometeu um erro grave logo no começo o que complicou a tarefa do espanhol. Esteve em risco de terminar fora dos pontos mas conseguiu recuperar bem. Apesar disso e depois do nível que mostrou no Mónaco, Sainz tem de ser incluído nesta lista.
Mercedes
Dois fins de semana consecutivos em apuros. Não é habitual vermos a Mercedes com duas más prestações consecutivas mas claramente o W12 não gosta de citadinos. A equipa voltou a ter problemas na afinação dos carros, quer na execução do fim de semana e não fosse o azar de Verstappen o estrago poderia ter sido pior. Mas a Mercedes está sob pressão e a guerra de palavras entre Christian Horner e Toto Wolff mostra bem a dimensão que este duelo está a assumir. Mas para já são dois fins de semana com nota negativa para a Mercedes, com a Red Bull por cima.
Pirelli
A marca italiana está novamente sob escrutínio após as falhas nos pneus de Lance Stroll e Max Verstappen. Podem até ter sido cortes motivados por detritos em pista, mas a subida de pressões mínimas para os pneus nesta prova é um sinal claro que a Pirelli estava com algum receio. O problema não foram as falhas, mas sim o número já significativo de vezes que os pilotos e equipa ficaram a ver os pneus a desfazerem-se em pista, colocando em causa resultados desportivos e , obviamente, a segurança de todos.










