Muitos estranharam o facto de Lewis Hamilton ter feito marcha atrás na sequência da sua saída de pista na Tosa. A verdade é que não quebrou qualquer regra.
Hamilton saiu de pista quando fazia uma ultrapassagem demasiado otimista para o estado da pista e depois de dar um toque nas barreiras, passou algum tempo a ‘encontrar’ a marcha atrás.
Muitos acharam perigoso aquela marcha-atrás, alguns ter-se-ão lembrado de quando Nigel Mansell recebeu a bandeira negra por ter invertido a marcha no pitlane depois de ter passado o seu lugar nas boxes, para uma troca de pneus no GP de Portugal de 1989. Ainda hoje os F1 não podem fazer marcha atrás e andar no pitlane.
Só o podem fazer empurrados.
Mas quanto a um carro em pista, não há nada nos regulamentos que impeça os monolugares de fazer marcha-atrás. O simples facto da marcha atrás existir é precisamente para a utilizar, se necessário, o que Hamilton fez.
Tem é de fazê-lo de forma segura.
Nesses momentos, o diretor de corrida, Michael Masi, ouviu as trocas de mensagens via rádio entre a equipa e o piloto e concluiu que tudo foi feito foi correto.
Hamilton foi aconselhado quanto ao tráfego, pelo que recuou em segurança. Basicamente, recuar para reentrar em pista será sempre analisado caso a caso. E o que Hamilton fez foi considerado correto.











