Sebastian Vettel sempre foi um acérrimo defensor da sustentabilidade e ainda antes da palavra ser moda na F1 tentava encorajar as pessoas a evitar o desperdício.
Um exemplo disso aconteceu ainda agora, no GP do Bahrein. Os pilotos da GulfAir treinaram algumas vezes o famoso “flypast” algo que não agradou ao alemão como explicou na altura Ted Kravitz:
“Se repararam no flypast no 787-9 da Gulf Air no início da corrida, os pilotos estiveram a praticar isso durante os testes. E Seb pensou que isso era um desperdício de combustível. Ele fez uma reclamação e disse a Stefano Domenicali, o novo chefe de F1, ‘olhe, esta pessoa está a desperdiçar combustível e eu não gosto disso’. E a Fórmula 1 foi à Gulf Air, o patrocinador da corrida, e disse se havia qualquer coisa que se pudessem fazer e a Gulf Air disse que sim. Conseguiram algum combustível sintético sustentável e disseram que iriam fazer o flypast com biocombustível. Por isso, quando o 787-9 estava a passar antes da corrida, estava a usar biocombustível, que na realidade está apenas numa fase experimental para motores de aviões a jacto. Portanto, tudo isso ficou a dever-se a Sebastian Vettel”.
Nico Rosberg está ciente desta “veia sustentável” de Vettel e espera convencer o alemão a entrar na Extreme E:
“Talvez consigamos que ele venha para cá de alguma forma”, disse ele ao f1-insider.com. “É bom ver que Sebastian também está a seguir os meus passos quando se trata de sustentabilidade, porque ele tem uma enorme base de fãs e pode influenciar muitas pessoas de uma forma positiva. É sempre ótimo quando mais atletas se juntam e dão visibilidade o tema”.
Rosberg não está a correr noutra série e por isso poderia pilotar para a sua própria equipa se quisesse. Contudo, não tem qualquer intenção de o fazer:
“De modo algum, de momento estou muito feliz no papel executivo”, acrescentou ele. “Também traz muita adrenalina. É também um desafio refinanciar tudo isto porque ter a sua própria equipa custa vários milhões por ano.”










