Mick Schumacher é outro dos rookies do ano, e tendo em conta o nome que traz, muitas das atenções vão estar centradas em si. Mas o jovem alemão já mostrou que tem a cabeça no sítio, sabe que o nome lhe abriu portas, mas agora vai ter que provar que merece ficar na F1. O que se viu até aqui indica que sim. Se tem fibra de campeão como o pai, é cedo para saber. Tem de fazer bem o seu trabalho, pois se fizer bem o seu papel é quase certo que terá lugar na Ferrari.
O jovem alemão tem “fama” de ter épocas de estreia pouco produtivas, conseguindo um salto qualitativo nas segundas épocas. Mas a F1 não costuma dar muito tempo aos pilotos e Mick sabe que tem de mostrar qualidade desde o início. A qualificação não costuma ser o seu ponto forte e basta ver que não fez uma pole na F2, mas em corrida a sua determinação, agressividade (positiva) e garra compensam os décimos de segundo que faltam ao sábado.
O teste no Bahrein com a Haas foi curto com alguns problemas técnicos a diminuírem o tempo em pista mas Mick está otimista e sente-se preparado:
“Foi bom, realmente divertido. O nosso primeiro dia foi, infelizmente, um pouco curto em quilometragem, mas tivemos dois dias sem problemas; fizemos stints curtos, longos, com pouco combustível e muito combustível, o que foi realmente bom”, disse Schumacher. “Por isso agora sinto-me realmente bem, sinto-me pronto e estou ansioso pelo fim-de-semana agora”.
“Sinto-me pronto, sinto-me confiante. Penso que todas as saídas para a pista foram produtivas e positivas. Aprendemos a pilotar em condições frias e quentes, o que nos dá muitos dados para ver e obviamente aprender com eles, por isso, sim, sinto-me pronto e estou ansioso por isso”.











