Está cada vez mais perto o momento em que pela primeira vez vamos ver rodar um dos novos Rally1, os novos carros do Mundial de Ralis de 2022, que marca o início da era híbrida da competição. Já houve quem os tivesse visto, já que o novo Ford já realizou o primeiro teste.
Desaparecem os World Rally Car, nascidos em 1997, surgem os Rally1, híbridos, com o mesmo motor 1.6 turbo, mas com mais um motor elétrico, que pode oferecer até mais 160 cv de potência, mas não sempre, pois a bateria não tem capacidade para isso.
Devemos ver os Rally1 silenciosos em zonas populacionais, nas ligações. De resto será tudo igual, até o espetáculo, que não deve mudar muito face ao que temos hoje em dia, porque os 380cv atuais mantêm-se, simplesmente os carros, como vão ser mais pesados, também andarão um pouco menos.
Yves Matton, diretor de Ralis da FIA, já deixou claro que os novos regulamentos podem seduzir mais marcas, mas já disse que isso não sucederá em 2022, deixando no entanto no ara a possibilidade disso suceder lá mais para a frente: “Os regulamentos do Rally1 foram escritos com vista a tornar os novos regulamentos tão acessíveis quanto possível”, disse Matton ao Autosport inglês. “Este é um dos pilares fundamentais do desenvolvimento: sustentabilidade, segurança, acessibilidade”, disse Matton, que assegura serem os novos regulamentos concebidos para permitir que mais fabricantes possam vir para o WRC: “Pode haver mais um fabricante antes do fim do próximo ciclo de homologação, mas não será em 2022”.
Para o ano, Toyota e M-Sport/Ford estão garantidas, e Andrea Adamo já disse que está confiante na presença da Hyundai, ainda que essa decisão ainda não seja pública.









