A F1 procura soluções para apimentar a competição, que tem “sofrido” com o domínio da Mercedes. Mas Jost Capito, novo CEO da Williams, é contra esse tipo de truques.
Coisas como grelhas invertidas e Balance of Performance não agradam a Capito que defende que a F1 não deve recorrer a este tipo de medidas que desvirtuam o desporto.
“Acredito que a Fórmula 1 é o topo do desporto e deve ser atrativa porque é um desporto atrativo e não porque é um jogo”, disse ele citado pelo racefans.net. “No rali, na Volkswagen, quando tivemos bastante sucesso, Jean Todt veio ter comigo num rali e disse: ‘Ei, Jost, estás a ganhar demasiado’. Eu disse: ‘vai ter com os outros e diz-lhes que estão a perder demasiado’. Porque não se deve culpar quem faz o melhor trabalho.”
“Penso que no desporto automóvel, e especialmente na Fórmula 1, não deveria haver um balance of performance ou alguma competição artificial, porque as equipas que fazem o melhor trabalho e os pilotos que fazem o melhor trabalho devem ganhar. E se ganharem durante 10 anos, ganham durante 10 anos, muito bem. Então todos têm de recuperar o atraso e têm de fazer um trabalho melhor. Mas não devem ser punidos na Fórmula 1 por… fazerem o melhor trabalho. Se fizer um trabalho melhor e recuperar o atraso, não se deve ser punido com um balance of performance para voltar atrás. Gosto muito da Fórmula 1 porque é um desporto puro. Deve permanecer um desporto puro sem o tornar artificialmente interessante porque penso que não é o que os adeptos querem ver”.











