Se para uns a decisão de Nico Hulkenberg em 2020, quando aceitou ser o substituto de Sérgio Pérez pareceu lógica, o alemão admitiu que esteve para recusar a proposta.
Quando chegou a hora de pesar os prós e os contra do convite da Racing Point, Hulkenberg lembrou do que podia correr mal e esteve quase a dizer não:
“No início, muitas pessoas disseram que eu tinha de fazer isto, mas eu também salientei diretamente que não era assim tão livre de riscos”, disse Hulkenberg. “O que é que tenho a perder? Se não o conseguir fazer, serei queimado e as minhas hipóteses de regresso para 2021 ficam piores. Mas se não se corrermos riscos, não se ganhar nada. Não houve muito tempo para pensar sobre isso de qualquer maneira. Por isso pensei: “Vá lá, fá-lo, confia em ti próprio e no teu talento”.
“Além disso, o Racing Point era conhecido por ser um bom carro o ano passado. No final do dia, sou um piloto, essa é a minha paixão e o meu trabalho. A confiança nas minhas próprias capacidades foi o factor decisivo. De qualquer modo, sou o tipo de pessoa que gosta de desafios pouco ortodoxos e gosta de tornar o impossível possível. O que é importante é simplesmente acreditar e confiar em si próprio”.










