Depois de Toto Wolff ter dito que se o ‘Balance of Performance’ fosse introduzido na Fórmula 1, isso seria uma vergonha para a disciplina, a FIA admite que a medida é “desnecessária”.
Falou-se durante algum tempo num potencial ‘Balance of Performance’, de modo a assegurar que as vantagens ou desvantagens competitivas não ficassem ‘bloqueadas’ durante anos.
Mas a Auto Motor und Sport alemã revelou ontem que qualquer mecanismo baseado na hierarquia seria apenas para “proteger os fabricantes de embaraços”.
Uma fonte da FIA descreveu-o como uma “rede de segurança de desempenho”, especialmente porque o desporto pretende mudar para combustível E10 (um tipo de gasolina que contém 10% de etanol e 90% de gasolina) para 2022, o que poderia causar um grande ‘abanão’ na disciplina: “Pelo que sabemos sobre os motores, esperamos que todos estejam dentro de uma gama de desempenho muito estreita, até 2022”, revelou o chefe de motores da FIA, Gilles Simon: “Não se esqueçam que ainda temos duas hipóteses para os motores se equilibrarem naturalmente, este ano e no próximo. A partir deste momento não acreditamos ter de intervir externamente para ajustar o desempenho”, disse.











