A Fórmula E começou o ano de forma negativa, com o adiamento do arranque da época e com o anúncio das saídas da Audi e da BMW. Mas o campeonato 100% elétrico não teve tempo para se preocupar.
Algumas semanas após os anúncios das marcas germânicas, a McLaren reservava o lugar para uma possível entrada no campeonato em 2022 e a Alpine mostrava interesse em juntar-se à competição, numa parceria com a Lotus. A saída de dois grandes nomes do automobilismo e de dois grandes grupos empresariais foi quase instantaneamente colmatada com a entrada de… dois nomes míticos do automobilismo e dois grandes grupos empresariais, com a vantagem de serem mais duas equipas que competem na F1, juntando-se assim à Mercedes.
Aquilo que parecia ser o primeiro sinal de abrandamento, depois de anos de crescimento exponencial, não passou de uma “vírgula” numa história que ganha cada vez mais força. Muito se poderá dizer sobre se os carros elétricos com baterias são realmente a solução para um futuro verdadeiramente sustentável, ou se os pilotos realmente gostam de pilotar os carros, mas do ponto de vista desportivo, a máquina da Fórmula E continua a fazer um excelente trabalho e a atrair muitas marcas, sinal de que a busca pela sustentabilidade é algo que interessa cada vez mais.












