Depois de se ter mostrado muito crítico quanto ao desfecho deste CPTt, dizendo que “fui o piloto com mais vitórias desta temporada era eu quem deveria ser campeão”, Alejandro Martins disse mais aos microfones do Live Stream do ACP: “Os regulamentos contam, mas temos de fazer uma reflexão no futuro, se é esse o regulamento que os pilotos querem, duma maneira geral, se as equipas querem, porque no meio disto tudo todos saem prejudicados. Sai ele (Miguel Barbosa) porque foi Campeão com três corridas, sairia eu que também seria campeão com três corridas, o que não estaria certo, portanto isto não dignifica de nenhum modo, o CPTT, porque eu sou defensável de uma coisa: Tem que ganhar o melhor. Mas o melhor tem que se esforçar para ser o melhor. E o melhor para mim é o que obtiver mais pontos no campeonato. Vamos lá deixar de complicar, de escolher uma corrida de deitar o pior resultado fora, quanto às percentagens isto não é nada. Temos que simplificar e é simples: são sete corridas são sete resultados que contam. Uns têm azar, outros têm sorte é o mundo, é assim, assim ficaria tudo mais simples e não andamos com estas guerras no secretariado e no tribunal, e quem sabe se isto acabará mal. Portanto não sou a favor disso.
A Baja de Idanha foi cancelada, por motivos que só a Câmara sabe, no entanto entendo que a federação tem obrigação de arranjar alternativas, deveria naturalmente ter falado com a Baja de Idanha (ndr, Escuderia Castelo Branco) provavelmente muito antes da prova de Portalegre e não os pilotos que optam como é o meu caso, por querer pontuar na prova de Idanha, e não nesta corrida, vejo-me impossibilitado de ter mais uma pontuação. E portanto, favorecer outros pilotos, como o campeão, que foi favorecido, embora ele diga que tem menos uma corrida, isso não é verdade. Diz ele que não optou por fazer essa corrida, mas também não estava inscrito. Temos aqui várias situações que não estão bem. Gostamos todos uns dos outros mas no final é triste isto acabar desta maneira. Acho que todos querem que ganhe aquele que tem mais pontos. E que não haja estas polémicas, é isso que se pretende”, concluiu. Como se percebe, o tema pode estar para ‘lavar e durar’.











