Pela primeira vez em 24 anos, as corridas de Formula 1 regressam a Portugal, de 23 a 25 de outubro, para o Fórmula 1 Heineken Grande Prémio de Portugal 2020. No ano do seu 70.º aniversário, a Formula 1 continua a reconhecer a sua história, as lendas que abriram o caminho para as gerações futuras e os constantes avanços tecnológicos do desporto.
O tricampeão mundial de Fórmula 1, Sir Jackie Stewart, que é hoje em dia embaixador da Rolex, o Relógio Oficial da Formula 1 desde 2013, diz que: “É com entusiasmo que vejo Portugal a aderir ao calendário, pela primeira vez desde 1996. Portimão nunca organizou uma corrida de Fórmula 1, pelo que representará um novo desafio para todos os pilotos e equipas, tal como aconteceu em Mugello no mês passado. Tenho a certeza de que teremos uma corrida espetacular, com momentos imprevisíveis na pista.” Este circuito moderno, com 15 curvas e 4,653 km, combina curvas rápidas e lentas, bem como uma variedade de alterações de gradiente e de elevação.
À chegada do paddock ao pitoresco Algarve, Lewis Hamilton, condutor da Mercedes- AMG Petronas Formula One Team, lidera o campeonato por 69 pontos; o piloto britânico procura igualar o recorde de Michael Schumacher de sete campeonatos do mundo de Formula 1. Após o atraso da época de 2020, devido à pandemia do coronavírus, as corridas começaram em julho, com uma ronda dupla na Áustria. Em seguida, as equipas correram na Hungria e duas vezes no Reino Unido, antes de a competição rumar a Espanha, Bélgica, Itália, Rússia e Alemanha. A Formula 1 confirmou, recentemente, 2/3
o calendário das 17 corridas e, a seguir a Portimão, a competição terá lugar em Itália, na Turquia, duas vezes no Barhein e, finalmente, em Abu Dabi – onde o campeonato terminará em meados de dezembro.
No início deste ano, a Formula 1 desempenhou um papel importante na resposta internacional ao coronavírus, destacando a capacidade do desporto de agir rapidamente e aplicar um pensamento renovado. “O desporto automóvel é, desde sempre, famoso pela rápida inovação e resolução de problemas. A comunidade de Fórmula 1 contribuiu para esta causa social com a sua célere resposta às necessidades do mundo, desenvolvendo e produzindo equipamentos médicos cruciais”, observou Sir Jackie. O também Embaixador Rolex e vencedor, por nove vezes, de corridas de Formula 1, Mark Webber acrescenta: “O facto de as equipas terem podido oferecer um pequeno contributo nestes tempos difíceis foi brilhante. É um excelente reflexo da capacidade das nossas equipas e da nossa modalidade.”











