O chefe de equipa da Renautl, Cyril Abiteboul, diz que a próxima ronda de regulamentações de motores terá de ter uma grande revisão. Os motores V6 turbo-híbridos introduzidos em 2014 continuarão até pelo menos 2025.
Nessa altura, Abiteboul diz que o desporto precisa de fazer ajuste significativos para manter a série atrativa às equipas e ao fabricantes de motores.
Ao autosport.com, Abiteboul afirmou: “Ainda há muito trabalho a ser feito nas unidades motrizes. Elas são boas, mas continuam a ser extremamente caras de manter e operar. O próximo passo é olhar bem para o que já foi feito, para que a próxima geração seja mais económica de vender”.
“Já mencionei um dos pontos mais importantes, o financeiro. O próximo é a tecnologia. Vemos a eletrificação a ganhar terreno em todo o mundo, por isso precisamos de pensar muito no que isso significa para a Fórmula 1, no contexto das corridas e o que significa na co-existência com a Fórmula E”.
“Gostava de ter o principal das unidades motrizes acordado em 2021 ou 2022, para em 2023 começar o desenvolvimento”.
Abiteboul também falou sobre o MGU-H: “Temos o MGU-H, que faz o motor ser eficiente em termos de combustível. Será que estamos preparados para ser menos 20% a 30% menos eficientes? Em 2022, já temos carros mais pesados, portanto não vejo andarmos com mais combustível”.
“É uma equação difícil. Acho que com os carros a serem mais pesados, esse componente não deve ser retirado. Podemos ter mais potência, claro, mas, se queremos potência sustentável , será difícil sem o MGU-H”.









