F1, Cyril Abiteboul: “Próximo passo da F1 é olhar para os motores de 2026”
O chefe de equipa da Renautl, Cyril Abiteboul, diz que a próxima ronda de regulamentações de motores terá de ter uma grande revisão. Os motores V6 turbo-híbridos introduzidos em 2014 continuarão até pelo menos 2025.
Nessa altura, Abiteboul diz que o desporto precisa de fazer ajuste significativos para manter a série atrativa às equipas e ao fabricantes de motores.
Ao autosport.com, Abiteboul afirmou: “Ainda há muito trabalho a ser feito nas unidades motrizes. Elas são boas, mas continuam a ser extremamente caras de manter e operar. O próximo passo é olhar bem para o que já foi feito, para que a próxima geração seja mais económica de vender”.
“Já mencionei um dos pontos mais importantes, o financeiro. O próximo é a tecnologia. Vemos a eletrificação a ganhar terreno em todo o mundo, por isso precisamos de pensar muito no que isso significa para a Fórmula 1, no contexto das corridas e o que significa na co-existência com a Fórmula E”.
“Gostava de ter o principal das unidades motrizes acordado em 2021 ou 2022, para em 2023 começar o desenvolvimento”.
Abiteboul também falou sobre o MGU-H: “Temos o MGU-H, que faz o motor ser eficiente em termos de combustível. Será que estamos preparados para ser menos 20% a 30% menos eficientes? Em 2022, já temos carros mais pesados, portanto não vejo andarmos com mais combustível”.
“É uma equação difícil. Acho que com os carros a serem mais pesados, esse componente não deve ser retirado. Podemos ter mais potência, claro, mas, se queremos potência sustentável , será difícil sem o MGU-H”.
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Chicanalysis
12 Junho, 2020 at 15:45
A Fórmula 1 continua , e ao que tudo indica, vai manter-se ainda muito tempo com o síndroma do cão a perseguir o próprio rabo. Abram os olhos, a combustão interna pertence ao passado. Quem deve estar todo contente é o Agag à espera que lhe entrem na loja para comprar os direitos sobre a exclusividade de motorização 100% elétrica.
JOAO GUEDES RODRIGUES JUNIOR JOAO
12 Junho, 2020 at 16:18
A motorização puramente elétrica vai demorar para sair da europa e EUA (mesmo neste existem regiões em que é pouco viável). Creio que os investimentos devem ser em motorização híbrida com o principal elétrico. Creio que por uns 30 ou 40 anos não haverá outra maneira de manter os elétricos fora dessas regiões de maneira viável. E com o aumento da eficiência das baterias e diminuição do tempo de carregamento, aí será viável tornar o híbrido um carro de nicho.
Daniel Sousa
12 Junho, 2020 at 23:29
É tão futurista que se esquece do presente