Depois das conversações, equipas terão em sua possa a proposta para o limite orçamental, que deverá mesmo avançar com o limite a fixar-se nos 145 milhões de dólares, podendo baixar.
A proposta terá incluído a possibilidade do limite baixar de 145 milhões em 2021, para 140 em 2022 e 135 em 2023. Está em cima da mesa a possibilidade dos custos associados ao desenvolvimento aerodinâmico serem também afetados numa escala descendente, associado ao sucesso obtido, sendo que as equipas que melhores resultados conseguirem, menos poderão gastar e vice-versa. Ao estabelecer uma referência, as três principais equipas poderão usar 70% do valor permitido para pesquisa, com a equipa do quarto lugar a ficar com 80%, seguida de aumentos de 5%. A equipa que terminar em décimo poderá usar 110% desse total, o que permite mais pesquisa e assim maior facilidade para recuperar face à concorrência.
Outra solução que estará a ser discutida está relacionada com a vontade da Ferrari e Red Bull verem o seu orçamento aumentado por estarem a fornecer equipas com componentes. Em vez de se aumentar o valor do orçamento para as equipas fornecedoras, pretende-se que o valor gasto pelas equipas que recebem os componentes , seja deduzido ao seu limite.
A FIA anunciou recentemente que a aprovação por unanimidade deixou de ser necessário pelo que se a maioria das equipas concordarem (bastam cinco) as medidas propostas poderão ser aprovadas, mesmo com o voto contra da Red Bull e Ferrari.









