David Coulthard recusou ir para a Ferrari em 1996 por não querer ser número 2 da equipa.
Coulthard relembrou a década de 90, em especifico a época de 96, altura em que esteve perto de assinar pela Ferrari. O escocês recusou a proposta para ser colega de Michael Schumacher por não querer assumir o papel de nº2 da equipa:
“Na Ferrari, o contrato que foi oferecido efetivamente tornava-me o número dois de Michael ”, disse ele em entrevista à RTE da Irlanda. “Não tenho dúvidas de que o Michael era o piloto mais forte dos dois, porque reconheço que ele era melhor do que eu, mas, nessa fase da minha carreira, não podia aceitar assinar um contrato número dois.”
“Foi por isso que decidi assinar pela McLaren e acho que essa foi a decisão certa para minha carreira”.
“A empresa que geria a minha carreira na época conseguiu negociar um pacote financeiro muito mais lucrativo na McLaren contra um contrato de dois anos oferecido pela Williams. Eu estive na liderança do último grande prémio em 95 em Adelaide para três meses depois, estar em Melbourne com a McLaren na 13ª posição. Então, de repente, recebia muito mais dinheiro, mas num carro menos competitivo.”











E Graças a Deus. Viva o Irvine e o Barrichello…
Este sempre foi um piloto de primeira….não viram a forma como esmagou o Hakkinen?
Em seis épocas como colega de equipa (1996-2001) ficou à frente do Hakkinen com mais pontos em 1997 e 2001.
Não tenho a certeza que tenha entendido, portanto esclareço. O meu comentário acerca do “esmagamento” era irónico, para todos os que afirmam que este foi um grande piloto
Porque com Coulthard forçado a ser número 2 por contrato, a história da Ferrari ia ser muito diferente lol…
Realmente, na altura não percebi porque é que o Coulthard saiu da Williams que tinha um carro muito bom, para ir para a McLaren que estava a fazer a travessia do deserto em termos competitivos. Creio que, apesar da Williams lhe oferecer um contrato de apenas 2 anos, o Escocês fez uma grande asneira na sua carreira. Em 96 e 97 na Williams teria lutado facilmente pelo título. Em relação à Ferrari, compreende-se facilmente que não tenha querido ser o nº2 do Schumacher. Mas, ironia do destino, apesar de vir a ser o 2º piloto da Scuderia, teria ganho o… Ler mais »
Pois… sair da Williams em 94… foi uma “jogada de mestre”… lol
Ele não saiu em 94, mas sim no final de 95.
Por isso não considérem Michael Schumacher o melhor piloto de todos os tempos.Teve uma équipa a trabalhar só para ele mesmos os pilotos numéro 2 trabalhavam para ele.E não havia grande concorrencia a Nivel de pilotos naquela época.
O David Coulthard pertence à turma de 1993 da Formula 3000, tendo ficado atrás de 2 pilotos que tiveram carreiras carreiras bem distintas na F1 devido à nacionalidade de cada um. O Panis correu a maior parte da carreira em equipas francesas com patrocinadores franceses, enquanto o Lamy, piloto claramente mais talentoso que os restantes 2, não conseguiu singrar na F1 devido à falta de patrocínios, ou melhor, por falta de nacionalidade certa. O Coulthard é a meu ver, um piloto competente, esteve em 2 equipas de ponta, que venceram corridas e campeonatos enquanto ele lá esteve, mas apesar da… Ler mais »
Como deve ter acontecido a muita gente, olhei com atenção para o substituto do Senna. Lembro-me de me ter agradado bastante na sua estreia, apesar de ter desistido, com um qualquer problema mecânico. Com o carro certo e na altura certa, podia ter sido campeão. Esteve no carro certo, mas tinha um Hakkinen como colega. Não era extraordinário, mas era muito bom, muito, mas mesmo muito, melhor do que o Irvine. Se a sua intenção ao chamar o Ricciardo de “outro Coulthard” era depreciá-lo, não conseguiu. Provavelmente, Ricciardo terminará a sua carreira sem o título que a sua qualidade merece,… Ler mais »
Comparar o Coulthard e o Irvine não é tão fácil quanto parece, se por um lado o escocês acabou por ter uma carreira até algo proveitosa em relação ao irlandês, também não deixa de ser verdade que o Irvine quando teve o apoio total da equipa, por muito pouco não foi campeão, enquanto que o Coulthard nunca conseguiu ser verdadeiramente um candidato ao título. A diferença, para mim, é mesmo o profissionalismo e a entrega que ambos colocaram na carreira e em pista e nesse capítulo, o Coulthard bate em muito o inerte do Irvine. Se calhar com mais entrega… Ler mais »
Não vou pelo sorriso, vou por aquilo que vejo em pista e vejo que a Renault teve um carro mau, a ponto de ser batida pela equipa cliente. O Ricciardo é muito bom, mas não faz milagres. O Hamilton, com aquele Renault, também não teria grandes resultados. E, por favor, não faça comparações com o Maldonado. Esse ainda deve estar sem saber como conseguiu vencer aquela corrida. Quanto ao Kubica, também achei que ele ia ser um fiasco, não por já não ter talento, mas pelas limitações e por ter estado fora vários anos. O talento, ou se tem, ou… Ler mais »
Ricciardo está a par de pilotos como Verstappen, embora para alguns custe muito aceitar, porque tiram fama a outros que – supostamente – limpariam o chão com ele.
Bem, cada um com o seu ódio de estimação, eu também tenho o meu, por isso não vou criticá-lo por aí.
Mas essa comparação com o Ricciardo foi muito forçada, não entendo como se pode dizer que o Ricciardo é um Coulthard quando o Australiano bateu o muito mais cotado Verstappen e um tetra-campeão em 2014, o seu ano de rookie na RB, equipa que não conhecia tão bem como Vettel. Coulthard mesmo com vários anos de experiência foi incapaz de conseguir o que Ricciardo conseguiu, quanto mais lutar por um título.
É completamente diferente ser número 2 voluntariamente a ser número 2 forçado por contrato. Porque Coulthard com Hakkinen demonstrou ser um gentleman. E acho que foi isso que o impediu de ganhar algum título, não tinha aquela sede de campeão que o faz bloquear os companheiros de equipa nas boxes ou atirar o rival para fora por duas vezes para ganhar títulos.
Com uma tábua mole como ele era a Ferrari fazia jus à sua priverbial escolha de “grandes” pilotos !!!