As equipas rivais da Ferrari ficaram descontentes com o comunicado da FIA lançado no final da semana passada e ponderam novas ações.
Em causa está a investigação à unidade motriz da Ferrari que desde o ano passado está sob suspeita. A potência que a Scuderia conseguia obter da sua unidade motriz desde sempre causou algumas dúvidas, numa altura em que se pensava que a convergência de performances deveria ser uma realidade. O passo dado pela Ferrari surpreendeu e como seria de esperar várias equipas apresentaram as suas reservas à FIA. O órgão federativo sempre defendeu a legalidade da unidade motriz, dentro do que sabia, mas não deixou de lançar algumas diretivas técnicas, especificamente relacionadas com a medição do fluxo de combustível.
No final da semana passada a FIA lançou o seguinte comunicado:
“A FIA anuncia que, após investigações técnicas completas, concluiu sua análise da operação da unidade motriz da Scuderia Ferrari Formula 1 e chegou a um acordo com a equipa. Os detalhes do contrato permanecerão entre as partes.”
“A FIA e a Scuderia Ferrari concordaram com vários compromissos técnicos que melhorarão a monitorização de todas as unidades motrizes da Fórmula 1 para as próximas temporadas do campeonato, além de ajudar a FIA em outros deveres regulamentares da Fórmula 1 e nas suas atividades de pesquisa sobre emissões de carbono. combustíveis sustentáveis “.
O acordo anunciado deixa ainda mais interrogações no ar e, compreensivelmente, deixou as equipas insatisfeitas. A falta de clareza e o acordo atingido não agradou e segundo a BBC, algumas equipas estão a ponderar respostas ao comunicado. Pretendem saber a verdade sobre a legalidade da unidade motriz e os pormenores do acordo gizado entre a Ferrari e a FIA. BBC avanças que as equipas rivais estão “irritadas” e “chocadas” com a atitude da FIA. Um acordo entre a Ferrari e a FIA, anunciado da forma que foi feito levanta ainda mais suspeitas. O caso da unidade motriz da Ferrari ainda vai dar que falar.











