A Renault diz que faltava algo para que o investimento de cerca de 17 milhões de euros funcionar, e esse algo era uma ‘força’ que ajudasse o desenvolvimento técnico.
Em 2019 a Renault passou por dificuldades no campeonato e isso fez com que houvesse uma remodelação na equipa técnica em Enstone para 2020. A equipa francesa foi buscar o antigo engenheiro da McLaren, Pat Fry.
“Acho que nos faltava algo na liderança técnica da equipa, na habilidade de colocar os nossos recursos em conjunto. Estamos com 750 pessoas em Enstone. Já investimos cerca de 17 milhões de euros, mas senti que nos faltava algo na liderança técnica. Daí, termos trazido o Pat.” – disse Cyril Abiteboul.
“Na primeira parte de 2019 tivemos um carro decente, mas não conseguimos grandes resultados devido a vários factores: fiabilidade, o motor, a estratégia e a habituação dos nossos pilotos, por exemplo, o Daniel Ricciardo.” – garantiu Abiteboul.
“Na segunda parte da temporada, estávamos à espera de ter o carro no próximo nível, mas não resultou. Também tivemos o factor da McLaren ter beneficiado da nossa progressão na parte do motor.” – afirmou Abiteboul.
“Agora, podemos não ter o melhor carro em termos de ritmo cru, mas temos um pacote mais robusto, mais fiável e temos uma equipa preparada, com pilotos prontos para retirar o melhor dele.” – finalizou Abiteboul.










