Casey Currie e Sean Berriman venceram o Dakar nos SSV. A dupla norte-americana do Can-Am Maverick da South Racing levou a melhor sobre Sergei Kariakin e Anton Vlasiuk (Can Am). A completar o pódio ficaram Francisco ‘Chaleco’ Lopez e Juan Vinagre (Can Am).
Esta foi de longe a categoria mais aberta da prova, que teve como líderes Aron Domzala, Chaleco Lopez, Jose Antonio Hinojo Lopez, Sergei Kariakin e finalmente Casey Currie, que chegou definitivamente à liderança na sétima etapa, para de lá já não sair.
Currie era apenas um entre vários homens na disputa pela liderança, que como já se percebeu mudou diversas vezes de dono. O piloto americano “deu o seu tempo” até a segunda semana, antes de subir a parada, deixando os holofotes iniciais para os concorrentes mais experientes, como o vencedor do ano passado, ‘Chaleco’ López (2 vitórias em etapas), o vencedor de 2018, Reinaldo Varela (2), o segundo classificado de 2019 Gerard Farrés (2) e o penta vencedor nas motos, Cyril Despres (1), bem como Hildebrand Blade (2), Mitchell Guthrie (2) e Aron Domżała (1). Mas por mais numerosos que fossem os vencedores de etapas, cada um deles teve pelo menos um dia muito mau, que acabou com suas esperanças de ganhar o Dakar.
Por outro lado, Currie, permaneceu consistente durante todo o rali e assegurou a sua primeira vitória no Dakar, naquela que foi apenas a sua segunda corrida ao volante do seu Can-Am no evento, batendo Sergey Karyakin, que não venceu etapas, mas ficou feliz por terminar no pódio após o seu triunfo na categoria em 2017. Conrad Rautenbach, navegado por Pedro Bianchi Prata, terminaram o Dakar na quarta posição. Chegaram a estar a sete minutos de um lugar no pódio, fizeram três terceiros lugares em etapas e o quarto posto foi um bom prémio.












