Os responsáveis da F1 continuam a apostar num calendário de 25 corridas para o futuro e asseguram que as mudanças promovidas permitirão chegar a esse objectivo.
Chase Carey admitiu que um calendário demasiado extenso poderá exigir demasiado das equipas, mas mostrou-se confiante de que as mudanças promovidas, como a diminuição do número de dias de testes e os fins de semana de prova mais curtos, são a solução para este problema:
“Temos a capacidade de fazer 25 corridas por ano e fomos igualmente claros com as equipas que é uma questão de qualidade, não de quantidade”, disse Carey em Abu Dhabi. “ Acho que nos preocupamos profundamente com o problema do desgaste e é por isso que nos esforçamos para resolver e tirar parte do desgaste com um fim de semana de três dias, que achamos que ainda é uma parte essencial do nosso desporto, mas vamos modificar a sexta-feira para proporcionar menos desgaste no fim de semana.“
“Também mudamos os testes, encurtando os testes de inverno e reduzindo os testes durante a época. Tudo para gerir esse desgaste e acho que podemos fazer mais e continuaremos a tentar encontrar maneiras de minimizar isso para construir um desporto saudável e global.”
“Queremos crescer em lugares como os EUA, então uma segunda corrida nos EUA é importante para o nosso crescimento e também queremos ter uma presença mais ampla na Ásia.“
“Atualmente não corremos na África e acho que seria ótimo termos uma corrida lá. Eu acho que há outras visões e prioridades no desporto que são importantes e estamos muito focados em alcançar o que é importante para todos os envolvidos. Em última análise, os empregos para as pessoas vêm de um desporto saudável. Penso que, para o benefício de todos, precisamos de um desporto saudável e tentaremos fazê-lo de maneira consciente da pressão e do desgaste.”
“Vou a 21 corridas a cada ano e vou a 22 corridas no próximo ano. Agora, não passo necessariamente o mesmo período de tempo que os outros, mas estou ciente disso. É um desporto que tem os seus desafios e acho que as pessoas decidem participar dele com a consciência de que há problemas únicos. ”












