As equipas de Fórmula 1 esperam que não se repita em 2020 o que aconteceu em 2018, quando existiram três fins-de-semana com corridas consecutivas, com a passagem para 22 corridas anuais.
O calendário de 21 corridas de 2018 incluiu corridas em França, Áustria e Grã-Bretanha em três fins-de-semana consecutivos. No entanto, o director da equipa Racing Point, Otmar Szafnauer, duvida que o desporto venha a repetir essa situação:
“Não foi a coisa certa a fazer. Mesmo com 22 corridas, não podemos ter três fins-de-semana consecutivos.”
A Liberty Media, detentora dos direitos comerciais do desporto, está empenhada em acrescentar mais corridas para trazer mais receitas provenientes das taxas de alojamento. Mas Szafnauer salientou que à medida que o calendário continua a crescer as equipas vão chegar a um ‘ponto de viragem’ onde precisam de contratar mais pessoal, aumentando os seus custos. O chefe de equipa da Racing Point diz que já se falou de 24, 25 corridas.
“Acho que isso é muito. Vamos esticar a mecânica, os funcionários e são muitas viagens, são muitas corridas. 22 no próximo ano, se não tivermos três fins-de-semana consecutivos, é possível. Vamos ver como é, ainda não fizemos isso. Depois disso, temos de ter cuidado para não exagerarmos.”












